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Governo entrega Rodovia do Jaú em Juara: “É mais qualidade de vida para as pessoas”, destaca prefeito

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A inauguração fez parte da agenda do governador Mauro Mendes no município, que contou com inauguração de outras obras e vistorias em serviços

O Governo de Mato Grosso entregou nesta sexta-feira (19.04) o asfaltamento de 46 quilômetros da MT-325 em Juara, conhecida como Rodovia do Jaú. A obra foi iniciada em 2010, mas passou anos paralisada, até ser retomada e concluída pela atual gestão. O investimento realizado pelo Estado foi de R$ 63 milhões, em parceria com a Associação Para Pavimentação da Rodovia do Jaú.

A inauguração fez parte da agenda do governador Mauro Mendes no município, que contou com inauguração de outras obras e vistorias em serviços que são executados pelo Governo do Estado.

O prefeito de Juara, Carlos Sirena, destacou o compromisso do Estado com a região. “Esse governo tem a concepção de inaugurar a obra, não vem só trazer a placa de obra. Está entregando mais qualidade de vida para as pessoas, não vende ilusão para o povo”, afirmou.

A solenidade de inauguração da MT-325 foi realizada no Salão da Igreja da comunidade do Jaú, uma das principais beneficiadas com a obra. No entanto, conforme explica o governador Mauro Mendes, a rodovia faz parte de um planejamento maior, de ligar Juara até Alta Floresta por asfalto, criando uma nova rota logística no norte mato-grossense.

“Graças a Deus o Estado de Mato Grosso tem feito muitas rodovias. Nós já batemos todos os recordes, terminamos 3.500 quilômetros de rodovia asfaltada. É o maior pacote de infraestrutura hoje do Brasil em execução”, afirmou o governador.

O secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, lembrou o trabalho da Sinfra-MT para revisar projetos, retomar a obra e fazer a entrega para a população.

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“Quando assumimos, esta obra estava parada há muitos anos, dez anos parada e não achavam solução, diziam que não tinha jeito de dar solução. O projeto era mal feito, tudo estava errado. Foi um trabalho árduo da Sinfra-MT, uma demonstração de um governo sério, honesto e competente, que trabalha pelo povo e para o povo”, afirmou.

A deputada estadual Janaína Riva lembrou as dificuldades enfrentadas pela região, mas que o governo cumpriu o compromisso assumido com a pavimentação. “Hoje Juara e o Vale do Arinos vivem de realizações e de entregas. Isso é motivo de muito orgulho”, disse.

Para o deputado federal Coronel Assis, a entrega é a reafirmação do compromisso do governo com a região. “Esse é o anseio de uma região, do nosso estado que anseia por mudanças, que nós avancemos. Nosso estado só ficará gigante com o desenvolvimento, com a logística rodoviária, ferroviária e hidroviária”, disse.

O senador Jayme campos lembrou que obras também estão sendo realizadas na saída de Alta Floresta para Juara e a importância dessa ligação para Mato Grosso. “Com certeza vai melhorar a nossa logística. São obras como essas que consolidam uma região, consolidam um Estado”, disse o senador, lembrando os investimentos feitos pela gestão em estradas.

Outras entregas

Outra obra inaugurada foi o asfalto no bairro Porto Seguro. Realizada em parceria com o município, o Estado investiu R$ 6,4 milhões para asfaltar 53.007,57 m² do bairro.

“Fico feliz com bairros 100% asfaltados. É uma dura realidade viver em uma rua sem asfalto, por isso tenho muito orgulho daquilo que está acontecendo em Mato Grosso. O Estado está ajudando as prefeituras e Mato Grosso, como um todo, está melhorando. Para todo o lado que você olha você vê obras, vê melhorias acontecendo”, afirmou o governador.

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O Governo de Mato Grosso também inaugurou o Escritório Regional de Saúde em Juara. “Um prédio muito moderno, com dignidade para os profissionais que aqui vão trabalhar. Esperamos que essa organização possa colaborar para que nós tenhamos um sistema de saúde melhor e mais eficiente”, disse Mauro Mendes.

Vistoria

A comitiva do governador ainda vistoriou as obras da Escola Técnica Estadual de Juara. “Está bastante avançado. Estamos na expectativa de entregar essa escola pronta antes do Natal. Mais uma obra completa, uma retomada do Governo ”, explicou o secretário de Ciência e Tecnologia, Allan Kardec.

Após a agenda em Juara, o governador Mauro Mendes segue para Juína onde fará entrega de casas populares, vistoria nas obras do Hospital Regional e anúncio de investimentos.

Acompanham o governador em Juara os senadores Jayme Campos e Wellington Fagundes; os deputados federais Coronel Assis e Coronel Fernanda; os deputados estaduais Janaína Riva, Júlio Campos e Fábio Tardin; o secretários de Estado de Segurança Pública, coronel Cesar Roveri, de comunicação, Laice Souza, de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec; de saúde, Gilberto Figueiredo e o presidente da MT PAR, Wener santos, além do prefeito Carlos Sirena e lideranças da região.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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