Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

SES realiza atendimentos especializados e coleta de sangue em Pontes e Lacerda

Publicados

MATO GROSSO

om o objetivo de contribuir para os serviços de saúde especializados na região sudoeste de Mato Grosso, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) realiza diversos atendimentos aos moradores de Pontes e Lacerda por meio do projeto “Ir para Incluir”. Os serviços, ofertados até esta quinta-feira (25.04), são realizados até às 11h, no período da manhã, e das 13h às 17h, no período vespertido, na Avenida Minas Gerais (no fundo da rodoviária).

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, ressaltou que a ação fortalece os atendimentos na região e ainda beneficia os moradores.

“O projeto ‘Ir para Incluir’ pensa no bem-estar da população de cada região que passa. É uma forma que a Secretaria encontrou de se fazer presente e poder atender os moradores que muitas vezes não conseguem receber atendimentos ou realizar exames na sede das unidades”, explicou.

A carreta do MT Hemocentro realiza coletas de sangue de voluntários e o cadastro para doação de medula óssea. No local, também está presente a oficina ortopédica do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), realizando avaliações de pacientes para a contemplação de cadeiras de rodas e demais meios auxiliares de locomoção.

Foto: Assessoria

O Centro Estadual de Odontologia para Pacientes Especiais (Ceope) realiza atendimento odontológico às pessoas com deficiência previamente agendadas. Por meio do programa “Imuniza Mais MT”, a unidade móvel de vacinação realiza atendimentos mediante a aplicação de vacinas na zona rural.

Leia Também:  Governo de MT inaugura centro de descarte de equipamentos eletrônicos nesta quarta-feira (29)

Conforme o secretário adjunto de Unidades Especializadas da SES, Luiz Antônio Ferreira, a expectativa é de que sejam realizados cerca de 250 atendimentos durante os dias de ação no município. Os atendimentos iniciaram na terça-feira (23).

“Somente em 2023, percorremos sete municípios e atendemos cerca de 2,5 mil pessoas. Nossa proposta é ampliar esse número para incluir todos que precisam de atendimento especializado”, destacou o secretário adjunto.

Capacitação 

Também haverá capacitação e treinamentos sobre saúde mental e manejo de diagnóstico de hanseníase para servidores da saúde municipal.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Proposta visa corrigir 30 anos de ineficiência na regularização fundiária das Unidades de Conservação, afirma secretária

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA