Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Últimos espetáculos da 16ª Mostra de Dança serão apresentados neste fim de semana em Cuiabá

Publicados

MATO GROSSO

Os dois últimos espetáculos do ciclo da 16ª Mostra de Dança de Mato Grosso serão apresentados neste fim de semana, no Cine Teatro Cuiabá. ‘Bodas de Cinderela’ e ‘Divertissement’ são as atrações do evento, que traz opção de cultura e lazer para adultos e crianças, nos dias 27 e 28 de abril. A programação nestes dias inclui o lançamento da 17ª Mostra de Dança de Mato Grosso, com atividades previstas para iniciar no próximo mês.

O ciclo de atividades da 16ª Mostra de Dança de Mato Grosso iniciou em 2023, com recursos do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). Ao todo, o evento incluiu capacitações, oficinas, exibição de filmes, exposição de artes visuais, apresentações culturais, intercâmbio de artistas e show de Carlinhos de Jesus, entre outras ações. 

“A Mostra de Dança é um evento artístico tradicional, que valoriza a produção cultural de Mato Grosso e traz oportunidades para a população conhecer e se encantar com essa bela expressão artística, que é a dança”, destaca o secretário da Secel, Jefferson Neves.

Sobre a próxima edição da Mostra de Dança, com início previsto para maio, o diretor da Companhia das Artes e Associados (Cidarta), Kelson Panosso, destaca que o evento manterá as ações realizadas em 2023 e incluirá outras novas.  

Leia Também:  TCE-MT trabalha para solucionar aposentadoria de servidores do Executivo com mais de 40 anos de serviço

“Nesta edição, incluiremos conferências e seminários sobre empreendedorismo na dança, e qualificação de profissionais e professores. As apresentações artísticas, atividades de formação, intercâmbio e mostra de videodança terão continuidade, assim como a parceria com o movimento hip hop”, adianta.

Programação do fim de semana

Os espetáculos ‘Bodas de Cinderela’ e ‘Divertissement’ serão apresentados no sábado (27.04) e domingo (28.04), respectivamente, às 19h, no Cine Teatro Cuiabá. A entrada terá cobrança de ingresso social, equivalente a dois quilos de alimentos não perecíveis.

‘Bodas de Cinderela’ é um espetáculo infantil, que conta com crianças no elenco e apresenta o imaginário dos personagens Cinderela, Branca de Neve, Rapunzel, Ariel e Bela.

O espetáculo ‘Divertissement’ traz bailarinos convidados e exibe diferentes modalidades da dança, como o balé clássico, jazz, dança de rua, dança do ventre, contemporânea e danças populares.

Entre os artistas estão Liana Vasconcelos e Alyson Trindade, bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Além deles, participam dançarinos e grupos com atuação em Mato Grosso: Emilly Brito (Poxoréu), alunos da Escola Municipal de Dança de Primavera do Leste, Cia de Arte e Dança Yasmine Amar, Cia de Jazz Gisele Moreno, D`Santos Cia de Dança, Grupo de Dança Lambadeiros de Elite, Instituto Digoreste, Cia de Dança Rodinei Barbosa, Cia Zoukbrasa, Agaphis Escola de Dança, Escola Dance Cuiabá, Dreams Ballet, Legato Studio de Dança e Escola do Grupo Caroline.

Leia Também:  Primeira-dama de MT garante programa social de habitação a Peixoto de Azevedo

Outra programação da 16ª Mostra de Dança de Mato Grosso é uma moção de aplausos para 70 artistas e personalidades que se destacam no segmento. O evento será na segunda-feira (29.04), às 19h, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A data marca, ainda, a comemoração do Dia Internacional da Dança e Dia Estadual da Dança.

A Mostra de Dança de Mato Grosso conta também com parceria da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e apoio do Goiabeiras Shopping, Cine Teatro Cuiabá, Associação de Dança de Salão Cuiabana (Adasc), Assembleia Social e Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer de Cuiabá. (Com informações da assessoria)

Serviço |  16ª Mostra de Dança de Mato Grosso

Espetáculo Bodas de Cinderela
Sábado (27.04)

Espetáculo Divertissement
Domingo (28.04)

Horário: 19h
Local: Cine Teatro
Entrada: 2 kg de alimentos não-perecíveis

Mais informações: Instagram @cidartaoficial e (65) 99943-7748

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Vídeo: Cobra atropelada sofre agonia na Avenida Mário Andreazza, em Várzea Grande

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  TCE-MT trabalha para solucionar aposentadoria de servidores do Executivo com mais de 40 anos de serviço

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA