MATO GROSSO
Mais de 38,6 mil estudantes da Rede Estadual podem participar do Enem 2024
MATO GROSSO
A inscrição poderá ser realizada na página do participante, no site do Inep, de 27 de maio e 7 de junho
Dos 36.816 estudantes aptos a se inscrever, 17.342 participam do projeto Pré-Enem Digit@l MT, o curso preparatório promovido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Na avaliação do secretário de Educação, Alan Porto, o curso aumenta as chances de bons resultados nas provas que serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro.
“Além do material de estudo de rotina, os participantes do Pré-Enem Digit@l MT receberam o kit material com 12 livros e quatro cadernos contendo exercícios simulados. Durante os nove meses do curso, os alunos participam dos aulões presenciais, online, aulas de Redação Nota 1000, simulados e uma aula especial intercalando as provas do Enem, garantindo uma excelente preparação para a prova”, destacou o secretário de Educação, Alan Porto.
Em sua avaliação, com um material de estudo de qualidade e aulas dinâmicas, os estudantes terão a oportunidade de se preparar de forma mais eficiente e competir de igual para igual com os demais candidatos. “A Seduc tem compromisso com a educação e o futuro dos jovens do Estado”, completou, ao destacar que já foram investidos R$ 13,9 milhões na aquisição do material, além de R$ 1,6 milhão para o fornecimento de lanche nos aulões e aulas presenciais.
O Pré-Enem Digit@l MT faz parte da Política ‘Projetos Pedagógicos Integrados’, uma das 30 políticas educacionais que compõem o Plano EducAção 10 Anos, que visa colocar a rede estadual entre as cinco redes mais bem avaliadas no país até 2032.
Enem 2024
Para se inscrever, o estudante precisa ter cadastro na plataforma gov.br, o login único dos serviços digitais do governo federal. O valor da taxa é de R$ 85 e pode ser pago até 12 de junho. O pagamento pode ser feito por meio de PIX, cartão de crédito, débito em conta corrente ou poupança, como também por meio de boleto bancário.
A participação no Enem é gratuita para quem está no terceiro e último ano do ensino médio da rede pública, assim como para quem fez todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada, e pessoas em situação de vulnerabilidade econômica com registro no CadÚnico.
Com o programa Pé-de-Meia, estudantes beneficiados pela política pública ainda receberão R$ 200 após participarem das provas do Enem.
Apesar do Enem ser voltado para os estudantes que estão concluindo o Ensino Médio, ele pode ser feito por qualquer pessoa que já concluiu o Ensino Médio, de qualquer faixa etária.
Cronograma
- Inscrições: 27/05 a 07/06
- Pagamento da taxa de inscrição: 27/05 a 12/06
- Aplicação das provas: 03 e 10/11
- Divulgação do gabarito: 20/11
- Divulgação do resultado: 13/01/2025
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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