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Hospital Regional de Sinop realiza qualificação sobre aleitamento materno para trabalhadoras

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O Hospital Regional de Sinop realiza uma qualificação sobre aleitamento materno para trabalhadoras da unidade. A capacitação é ofertada em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), por meio do “Projeto Amamente”, e tem o objetivo de aperfeiçoar os serviços ofertados pelo hospital. A iniciativa começou nesta segunda-feira (03.06), com continuidade na quarta-feira e sexta-feira (05 e 07.06).

A unidade regional conta com uma Sala de Apoio à Amamentação credenciada pelo Ministério da Saúde e voltada para o conforto de trabalhadoras e pacientes que amamentam. No espaço, é possível que as mães amamentem seus filhos ou retirem e estoquem o leite com segurança biológica.

O diretor do Hospital Regional de Sinop, Jean Alencar, destaca as funcionalidades da Sala de Apoio à Amamentação e enfatiza o compromisso da unidade em ofertar mais conforto às pessoas que amamentam.

“Esse espaço não é só para a amamentação, mas também para a extração do leite. Nós ofertamos uma geladeira em que a temperatura é controlada e frascos esterilizados, de forma que a mulher trabalhadora, paciente ou acompanhante pode fazer a extração do leite e deixar armazenado para levar para casa. No dia seguinte, quando ela vier trabalhar, quem está em casa poderá ofertar o leite ao bebê. Ou ainda, o bebê pode ser trazido até o hospital e a mãe, seja trabalhadora ou paciente, amamenta neste espaço”, explica.

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A qualificação do “Projeto Amamente” tem o objetivo de aprimorar o conhecimento sobre o processo de aleitamento materno, o estímulo de práticas e a realização do manejo clínico de pacientes que amamentam.

Dentre os temas abordados estão: benefícios da amamentação; anatomia e fisiologia da mama; pega e posição para a amamentação; ordenha do leite materno; armazenamento e conservação do leite materno; oferta de leite materno ordenhado e habilidades de aconselhamento em aleitamento materno.

A enfermeira e uma das docentes coordenadoras do “Projeto Amamente”, Sonia Vivian de Jezus, comenta a importância da qualificação.

“O curso é fundamental para melhorar a assistência oferecida às mulheres que amamentam e às crianças internadas. Profissionais de saúde capacitados podem fornecer suporte mais eficaz e auxiliar as mães a superar as dificuldades na amamentação, garantindo que as crianças internadas recebam todos os benefícios do leite materno, mesmo em situações de saúde mais complexas. Com técnicas e conhecimentos atualizados, esses profissionais serão capazes de promover a amamentação exclusiva e prolongada”, avalia.

Certificação do Ministério da Saúde

A Sala de Apoio à Amamentação do Hospital Regional de Sinop foi credenciada em 2023 pelo Ministério da Saúde como um espaço que promove, protege e apoia o aleitamento materno para a mulher trabalhadora.

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O reconhecimento faz parte do programa “Mulher Trabalhadora que Amamenta”, do Governo Federal. Além do Hospital Regional de Sinop, também há uma Sala de Apoio à Amamentação no Hospital Regional de Cáceres – ambas unidades administradas pelo Estado. No total, há sete salas credenciadas em Mato Grosso e três em vias de credenciamento.

“Ter uma Sala de Apoio à Amamentação ajuda a manter a amamentação por mais tempo, com impacto positivo na saúde do bebê e, consequentemente, reduzindo as ausências ao trabalho por justificativa médica. Todo mundo ganha investindo na amamentação e no projeto Mulher Trabalhadora que Amamenta”, finaliza o nutricionista e integrante da equipe de Promoção da Amamentação e Alimentação Complementar Saudável SES, Rodrigo Carvalho

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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