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Arquivo Público disponibiliza acervos que relatam mais de 300 anos da história de MT

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O Arquivo Público de Mato Grosso (APMT) oferece à população um espaço dedicado à história e memórias da região. Ele preserva documentos dos períodos da Colônia, Império e República em Mato Grosso, em 54 mil caixas de documentos distribuídas em 12 salas.

O acervo inclui mais de 40 mil registros fotográficos e 250 mil itens relacionados a imagens. Entre os itens disponíveis, há exemplares de jornais de grande circulação, como O Estado de Mato Grosso, Jornal do Dia, Folha do Estado, A Gazeta e Diário de Cuiabá.

O espaço possui uma biblioteca de obras raras e conta com o recém-inaugurado Espaço Memória, que está abrigando a exposição Lugar de Memória. Também estão disponíveis documentos jurídicos do século 20, notas de cartórios e edições do Diário Oficial de Mato Grosso.

O secretário de Planejamento e Gestão (Seplag), Basílio Bezerra, afirma que o destaque desse prédio começa pela arquitetura no estilo Art Déco. A estrutura passou por uma reforma e, em maio deste ano, aconteceu a sua reinauguração.

“O Governo do Estado investiu R$ 1,4 milhão na restauração desse edifício, o que impactou positivamente na conservação do patrimônio histórico e cultural mato-grossense. As adequações foram feitas para privilegiar tanto a preservação documental quanto a garantia de acessibilidade ao público”, ressalta o secretário.

Os interessados podem visitar o prédio localizado no Centro de Cuiabá, na Avenida Getúlio Vargas. O atendimento ao público ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

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Para visitas, não é necessário agendamento, exceto para programações especiais ou grupos maiores, como visitas escolares, ou para acessar documentos sensíveis. Nesses casos, o contato pode ser feito antecipadamente por e-mail: arquivopublico@seplag.mt.gov.br quanto pelos telefones (65) 3613-1800/1808.

Lugar de Memória

A exposição Lugar de Memória conta a história política do território mato-grossense a partir de quatro aspectos da colonização, das fronteiras e da Guerra ao Paraguai e a própria história do Arquivo Público. As três primeiras temáticas são temporárias, ou seja, serão alternadas e a última fica de modo permanente.

Essa viagem no tempo proporciona uma imersão educativa e informativa sobre o passado político da região. A narrativa utiliza de suportes como biombos, painéis, televisores, projetores e painel interativo. Tudo isso está disponível gratuitamente para a população mato-grossense e visitantes.

Painel Interativo

O painel interativo do Arquivo Público é uma atração imperdível para os visitantes. Nele, é possível descobrir os pontos-chave da georreferenciação do mapa de 1802, destacando a antiga estrada de terra que ligava as capitanias de Mato Grosso e de Goiás.

São diferentes pontos territoriais ao longo dessa rota histórica, com informações sobre povoados, vilas, acampamentos e documentos relacionados às localidades. É mais um recurso lúdico para aprender e se informar.

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No digital

Parte dos documentos fisicamente arquivados também estão disponíveis no sistema Access of Memory (AtoM). São mais de 50 mil documentos digitalizados, que podem ser acessados de qualquer lugar do mundo desde que se tenha conexão com a internet.

O repertório mais recente levado para o AtoM é o Guerra ao Paraguai.

Para a superintendente do Arquivo Público, Vanda Silva, o digital é importante para dar acesso, contudo não se pode perder a dimensão da importância do acesso a esse espaço onde as pessoas possam viver presencialmente essa experiência.

“Queremos trazer as gerações que estão muito ligadas ao tecnológico para instigar sobre a importância desses espaços enquanto preservação da memória e não apenas da memória física, mas também da memória digital”, declara a superintendente.

Segundo ela, o Arquivo é uma instituição em movimento. “Ele está ali guardando uma memória que foi produzida, mas está também nos documentos digitais porque está no nosso cotidiano. A ideia quando a gente usa os elementos físicos, tecnológicos, é dizer que a história, a memória, as informações são vivas”, finaliza.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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