MATO GROSSO
Governo e Nova Rota do Oeste assinam ordem de serviço para duplicação e recuperação do asfalto da BR-163 em Sinop
MATO GROSSO
O governador Mauro Mendes lembrou da importância econômica e social da rodovia, para o escoamento da produção e como ligação entre as regiões Norte e Sul do Estado, por onde trafegam milhares de pessoas.
“Diariamente, dezenas de milhares de pessoas passam pela BR-163, seja para trabalho, lazer, rever a família, além de toneladas de grãos, nesse estado que é o maior produtor do agro brasileiro e o maior produtor de alimentos do mundo. Então, a duplicação dessa rodovia significa garantir mais dignidade para essas pessoas, salvar vidas, e alavancar nossa economia. Por isso o Governo de Mato Grosso tem o mais robusto programa de infraestrutura deste país”, afirmou o governador Mauro Mendes.
O presidente do Conselho Administrativo da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos, destacou que, desde que assumiu a Nova Rota do Oeste, o Governo do Estado tem investido para a realização das obras de duplicação da rodovia, e que hoje, um ano depois, já é possível encontrar diversas obras sendo realizadas nos trechos sob concessão.
“Essa já é a quarta ordem de serviço de grandes obras que lançamos para a BR-163, atendendo uma reivindicação de toda a população de Mato Grosso, e agora, quem trafega pela região, já pode ver as obras acontecendo, graças ao governador Mauro Mendes, que teve coragem e audácia de assumir uma obra que é de responsabilidade federal”, destacou.![]()
O presidente da Nova Rota do Oeste, Luciano Uchoa, acrescentou que o trecho da rodovia em Sinop era um dos pontos prioritários para a concessionária, considerando o fluxo de veículos que transitam pelo local e a segurança na via.
“A obra proposta para a BR-163 vai eliminar os problemas que sempre foram alvo de muitas reclamações. O projeto vai ordenar o tráfego e separar o fluxo da cidade e da rodovia. Com isso, temos certeza de que teremos uma redução significativa no número de ocorrências e uma rodovia muito mais fluida para trafegar”, explicou.
O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, apontou que a retomada das obras da BR-163 foi possível devido às importantes mudanças que a atual gestão realizou no Governo de Mato Grosso.
“O início foi muito duro, de muito enfrentamento, e hoje a gente celebra uma grande vitória para todo o Estado de Mato Grosso. É a união de esforços que está transformando Mato Grosso”, disse, ressaltando que o Estado é hoje o que mais investe em todo o país.
O prefeito de Sinop, Roberto Dorner, lembrou que a BR-163 é uma importante via de escoamento da produção mato-grossense, e que a falta de duplicação na rodovia é um gargalo para a produção.
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O vice-presidente da Famato, Wilson Redivo, ressaltou que a obra de duplicação e os projetos de viadutos na rodovia representam uma demanda antiga da população,
“Há mais de 20 anos nós esperamos que isso aqui aconteça. Então, esse momento é um momento ímpar para Sinop, e nós, como representantes do setor produtivo, estamos muito felizes por vivermos esse momento. Temos visto nos últimos anos desse governo uma transformação na logística do Estado, na infraestrutura de Mato Grosso, e isso é exemplo para o Brasil de que tendo as condições, vontade política e capacidade para fazer, as coisas acontecem”, afirmou.
Representantes da região, a senadora Rosana Martinelli e o deputado estadual Dilmar Dal’Bosco destacaram a emoção com o início da duplicação da rodovia no trecho de Sinop.
“É um dia histórico para todos os moradores da região Norte e de Mato Grosso. A duplicação da BR-163 significa para nós uma transformação, não só por transportar as nossas riquezas, mas, principalmente, porque vai salvar vidas. Essa duplicação e essas travessias são fundamentais para o nosso desenvolvimento e o lançamento desse pacote de obras é resultado de uma luta importante para nós”, manifestou a senadora.
O projeto
A nova ordem de serviço prevê a construção de seis viadutos em um trecho de 43 km na rodovia, além da duplicação de 26 quilômetros e da recuperação de 17 quilômetros da pista já existente na travessia urbana.
Os viadutos vão eliminar conflitos importantes nos cruzamentos da BR-163 com:
• MT-438 que conecta ao município de Vera (km 812);
• MT-140, em frente ao Mercado Machado (km 831);
• avenidas Ouro Preto e Foz do Iguaçu (km 833);
• avenidas Integração e Jonas Pinheiro (km 839);
• MT-423, que conecta ao município de Cláudia (no km 844);
• Camping Club com a MT-220, que dá acesso a Porto dos Gaúchos (km 854).
Já a duplicação ocorrerá em dois segmentos: entre a MT-438 (km 812) e o bairro o Alto da Glória (km 822); e após a travessia urbana de Sinop (onde a pista já é duplicada), do km 839 ao Camping Club (km 855).
A duplicação também contempla a recuperação de toda a travessia urbana do município do bairro Alto da Glória (km 818) ao novo viaduto da avenida Jonas Pinheiro (km 839).
Avanço das obras
Este é o quarto contrato firmado para a duplicação da BR-163 em menos de um ano de nova gestão da Concessionária. A assinatura da ordem de serviço em 1º de julho de 2023 para início da obra entre Posto Gil e Nova Mutum marcou a retomada da duplicação da BR-163, após 7 anos parada. Na sequência, foi a vez do trecho de Nova Mutum a Lucas do Rio Verde, iniciado em março deste ano. Mais recentemente, em 24 de maio, foi assinado o contrato para duplicação da Imigrantes.
Solenidade
Participaram da solenidade o senador Jayme Campos, o deputado federal Nelson Barbudo, os deputados estaduais Dilmar Dal’Bosco e Nininho, o diretor-geral da ANTT, Rafael Vitale, os secretários Fábio Garcia (Casa Civil), Laice Souza (Comunicação), coronel César Roveri (Segurança Pública), Marcelo de Oliveira (Infraestrutura), o presidente da MT Par, Wener Santos, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Mendes.
Também, os prefeitos Ari Lafin (Sorriso), Miguel Vaz (Lucas do Rio Verde), Chico Gamba (Alta Floresta), Dr Sandro (São José do Xingu), Rodrigo Frantz (Santa Carmem), Altamir Kurten (Cláudia).
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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