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Plataforma elevada móvel do Vigia Mais MT reforça segurança na 23ª Expoverde com câmeras

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) está disponibilizando, desde a noite desta quarta-feira (03.07), a Plataforma de Observação Elevada (Poe), do programa Vigia Mais MT, para reforçar a segurança na 23ª Expoverde, em Campo Verde (131 km de Cuiabá).

A plataforma é uma ferramenta gerenciada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), da Sesp. É uma unidade móvel composta por um caminhão com uma central elevada de videomonitoramento.

O veículo chegou no parque de exposições na terça-feira (02.07), fez o reconhecimento de área de instalação e abrangência, passou por testes e foi fixado no local onde permanece até o próximo domingo (07.07), cobrindo todo o evento.

Estão sendo utilizadas na exposição 12 câmeras speed dome, com giro de 360°, visão noturna e capacidade térmica. Essas câmeras podem alcançar até 2.500 metros do seu entorno. Os dispositivos de videomonitoramento abrangem todo o evento, com seis câmeras fixadas em um mastro de 15 metros instalado no local, quatro nas laterais do caminhão e duas no interior.

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Durante o serviço de monitoramento do evento, os operadores podem acionar a guarnição mais próxima para casos de ocorrências que necessitam da intervenção das forças policiais.

O coordenador de sistemas e telecomunicações do Ciosp, tenente-coronel Raul Castro de Oliveira, responsável pela operação, explicou que o veículo funciona como um miniposto de comando, proporcionando uma cobertura de toda a área desejada, mesmo em locais sem comunicação efetiva.

“Hoje o Ciosp proporciona o que há de mais tecnológico no Estado. Então, até em lugares com dificuldade de comunicação, com o videomonitoramento o Ciosp proporciona meios para isso. Nossa plataforma de observação elevada vai para esse lugar ampliar a cobertura visual, proporcionando maior sensação de segurança para todos, quem trabalha ou participar do evento com lazer e cultura”, destacou Raul Castro.

Ele observa que os equipamentos são operados por servidores capacitados da Secretaria Adjunta de Integração Operacional (Saiop), por meio (Ciosp), que é o responsável pelo Vigia Mais.

Vigia Mais

O monitoramento com uso da Plataforma Elevada atende uma solicitação conjunta da Prefeitura e do comando da unidade da Polícia Militar em Campo Verde, como forma de auxiliar os agentes de segurança no policiamento da área onde acontece a 23ª Expoverde.

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O município de Campo Grande é dos 120 do estado que já aderiram ao programa Vigia Mais MT. Lá, conforme a coordenação do Ciosp, foram instaladas 171 câmeras que monitoram avenidas, ruas, praças e outros ambientes de uso público coletivo.

* Com supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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