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Ciopaer divulga doadores de sangue contemplados com voo panorâmico de helicóptero

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O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), em parceria com o MT Hemocentro, divulgou, nesta segunda-feira (08.07), o resultado da campanha que sorteou voo panorâmico de helicóptero para doadores de sangue.

A campanha de incentivo à doação, realizada entre os dias 1º e 5 de julho, sorteou seis doadores de Cuiabá e Sorriso (420 km de Cuiabá) para o passeio de aeronave.

O resultado do sorteio também foi divulgado nos perfis do Instagram do Ciopaer e MT-Hemocentro.

Os ganhadores de Cuiabá são Elisandra T. Nunes, Denise Teixeira e Odilson, e, de Sorriso, Bárbara Borges, Jaqueline Rezende Marcelino e Michel Ferreira de Souza. O Ciopaer entra em contato com os contemplados nesta segunda-feira para agendar o dia de voo.

O passeio terá a duração de 30 minutos, e os três ganhadores de cada cidade vão apreciar a vista com segurança, acompanhados de tripulantes experientes do Ciopaer.

As doações feitas durante a campanha foram destinadas ao Hemocentro de Cuiabá e ao Hospital Regional de Sorriso.

As cidades foram escolhidas para a campanha por possuírem unidades operacionais do Ciopaer.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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