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Bombeiros extinguem incêndio no Morro São Jerônimo nesta terça-feira (09)

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Militares seguem combatendo dois incêndios e fazem o rescaldo de um terceiro no Pantanal mato-grossense
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso extinguiu um incêndio florestal no Morro São Jerônimo, em Cuiabá, nesta terça-feira (09.07). No Pantanal mato-grossense, as equipes continuam combatendo o fogo em três pontos do bioma.

O combate ao incêndio no Morro São Jerônimo teve início na noite da última quarta-feira (03.07). O fogo foi considerado extinto na tarde desta terça-feira após não serem mais detectados pontos de incêndio na região.

Já no Pantanal, os bombeiros continuam o combate a um incêndio entre a área federal do Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense e a Reserva Particular do Patrimônio Natural Estância Dorochê. O incêndio está em um local de difícil acesso, sendo necessário o uso de helicóptero para o transporte dos militares e um avião para o despejo de água.

Além desse, também está sendo combatido um incêndio em Porto Conceição, em Cáceres, com a divisão dos bombeiros às margens do Rio Paraguai. Na Fazenda Cambarazinho, em Poconé, os militares trabalham no rescaldo para evitar a reignição do fogo.

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Estrutura

Atuam no Pantanal mato-grossense 36 bombeiros, sete servidores do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), oito servidores da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) e cinco servidores da Defesa Civil do Estado.

Este efetivo conta com o apoio de um avião, um helicóptero, oito caminhonetes, cinco pás-carregadeiras, quatro caminhões auto tanque, duas escavadeiras, duas motoniveladoras, duas patrolas, dois quadriciclos, um caminhão pipa, uma pá carregadeira e um trator.

Além disso, também participam das ações brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e integrantes do Exército Brasileiro, Força Nacional, Marinha do Brasil, Polícia Federal e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

O Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) faz o monitoramento de todos os incêndios florestais do Estado, via satélite, para orientar as equipes em campo.

A estiagem severa e a baixa umidade do ar têm contribuído para a propagação das chamas e o Corpo de Bombeiros pede que a população colabore e respeite o período proibitivo. A qualquer indício de incêndio, os bombeiros orientam que a denúncia seja feita pelos números 193 ou 190.

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Incêndios extintos

O Corpo de Bombeiros já extinguiu sete incêndios florestais em Mato Grosso: quatro em Cuiabá e três em Chapada dos Guimarães.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 100 focos de calor entre segunda-feira (08) e terça-feira, conforme última checagem, às 17h10, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desses, 60 se concentram na Amazônia, 25 no Cerrado e seis no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Importante ressaltar que o foco de calor isolado não representa um incêndio florestal. Entretanto, um incêndio florestal conta com o acúmulo de focos de calor.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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