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Liberação de crédito pela Desenvolve MT cresce 71,23% no primeiro semestre de 2024

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O Governo de Mato Grosso registrou um crescimento de 71,23% na liberação de crédito por meio da Desenvolve MT, em relação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a junho de 2024, foram concedidos mais de R$ 24,4 milhões, beneficiando micro, pequenos e médios empreendedores de mais de 45 municípios.

Entre os cinco municípios que mais obtiveram crédito com a Desenvolve MT, Cuiabá recebeu o maior volume: R$ 14,6 milhões, seguida de Várzea Grande, com R$ 1,76 milhão, Lucas do Rio Verde, com R$ 1,7 milhão, Rondonópolis, com R$ 1,4 milhão e Cáceres, com R$ 621 mil. A meta é alcançar 90 municípios até o final de 2024 e pulverizar o crédito em diferentes regiões econômicas do estado.

Os dados também revelam a diversidade do perfil dos beneficiários, com 55,16% dos créditos destinados a Microempreendedores Individuais (MEIs) e 20,06% a Microempresas (MEs). Essa diversificação é crucial para fortalecer a economia local e garantir que empreendedores de diferentes tamanhos e setores tenham acesso aos recursos necessários para crescer.

Na Desenvolve MT, as mulheres são maioria na quantidade de crédito concedido. Elas representam cerca de 55% do total de operações.

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A empreendedora Thalita Pereira, proprietária da cafeteria Cheirin Bão de Nova Mutum, é um exemplo claro de que a Agência quer fomentar o empreendedorismo.

A mineira, que mora em Mato Grosso há mais de 20 anos, conseguiu acertar todos os detalhes do seu primeiro negócio com o crédito do Governo de Mato Grosso.

“A Desenvolve foi muito importante pra mim, foi o gás que eu precisava para a realização desse sonho. Fiz a aquisição dos móveis, papel de parede e vários outros detalhes”, aponta.

Thalita era estudante de engenharia agrícola antes de ter a ideia de montar seu próprio empreendimento. Optar por abrir uma cafeteria, de uma franquia mineira, a fez se sentir em casa. A inauguração ocorreu no início deste ano e ela conta que o objetivo é fornecer um lugar acolhedor aos clientes.

“Muito além do retorno financeiro, tem sido maravilhoso ouvir dos clientes que temos uma excelente qualidade e atendimento. Pra mim, esse feedback não tem dinheiro que pague”, acrescenta.

Mato Grosso liderou a abertura de novas empresas no primeiro semestre de 2024. O avanço significativo demonstra o impacto positivo das políticas públicas voltadas ao empreendedorismo no estado.

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“Nós estamos empenhados em fornecer o suporte necessário para que mais empreendedores possam transformar suas ideias em negócios de sucesso”, destaca Mayran Beckman, presidente da Desenvolve MT.

As principais áreas de atuação dos empreendedores que procuram crédito na agência são do comércio de vestuário e acessórios, atividade de tratamento de beleza, serviço de táxi, bares, lanchonetes, restaurantes e similares. Além disso, nas duas primeiras semanas de julho, a Desenvolve MT liberou mais R$ 6,2 milhões, demonstrando o ritmo acelerado e contínuo do programa.

Crédito

A Desenvolve MT possui cinco linhas de financiamento para atender micro, pequenos e médios empresários, e produtores rurais: a Empresarial, Transporte, Turismo, Rural, Mulher e Jovem Empreendedor.

Com crédito de até R$ 1,5 milhão, prazos flexíveis de até 120 meses para pagamento e taxas de juros a partir de 0,37% ao mês, é possível evoluir seu negócio com equipamentos novos, obra civil, insumos, usinas fotovoltaicas, veículos, máquinas e muito mais.

Acesse desenvolve.mt.gov.br e conheça como a Desenvolve MT pode contribuir para o crescimento do seu negócio.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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