MATO GROSSO
Sema promove curso de atualização sobre Sistema de Cadastro Ambiental Rural para biólogos de MT
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) promove, na próxima terça-feira (06.08), curso sobre o Sistema Mato-Grossense de Cadastro Ambiental Rural (Simcar) para biólogos do Estado. O objetivo é atualizar o conhecimento dos profissionais que cadastram projetos de regularização ambiental no sistema.
A iniciativa é em parceria com o Conselho Regional de Biologia e será na modalidade presencial e online, das 8h às 12h, no auditório Arne Sucksdorff, na Sema, com transmissão pelo Google Meet.
A programação abre com a palestra “Oportunidades e desafios para a Regularização Ambiental em Mato Grosso – Agilidade e qualidade no processo de validação com o CAR Digital”, pela secretária adjunta de Gestão Ambiental, Luciane Bertinatto.
A secretária explica que é a oportunidade dos participantes se qualificarem e esclarecerem dúvidas referentes à configuração do Cadastro Ambiental Rural. Na prática, será uma qualificação que vem para auxiliar os profissionais a confeccionar o melhor projeto a terem menos pendências e dúvidas”.
Segundo Luciane, todas as informações pertinentes serão passadas para de alguma maneira auxiliar os técnicos no entendimento da aplicação do Código Florestal Brasileiro nas propriedades rurais no Estado.
“Será uma qualificação bem didática de como deve ser elaborado os arquivos e quais documentos são necessários para anexar no processo do CAR”, disse Luciane.
A segunda apresentação será com o superintendente de Regularização e Monitoramento Ambiental, Felipe Klein, junto da equipe da coordenadoria de Geoprocessamento de Monitoramento Ambiental, composta por Olga Kummer e Joberth Gambati. Eles falarão sobre as Metodologias para qualificação de validação de bases de referência do CAR Digital.
A terceira palestra será sobre a Transparência e qualidade da informação com o Geoportal – Unidade Estratégica de Transparência e Geoinformação por Gabriel Vitorelli.
Fecha a programação de apresentações sobre o papel do biólogo na regularização ambiental pelo presidente do CRBio 01, André Camilli Dias.
Logo em seguida, terá roda de conversa e encerramento. Aos participantes, será oferecido o certificado de quatro horas pela Escola de Meio Ambiente da Superintendência de Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão (SUEAC).
Serviço | Atualização SIMCAR – CAR Digital
Data: 06/08/2024
Local: Auditório Arne Sucksdorff (Sede SEMA em Cuiabá-MT) ou Google meet
Link para participação online: https://bit.ly/CAR-DIGITAL-ONLINE
Link do modo Presencial: https://bit.ly/CAR-DIGITAL-PRESENCIAL
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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