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Saiba quem são as 5 vítimas da queda de avião em cidade de MT

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Aeronave explodiu após a queda e foi consumida pelo fogo

A queda do avião bimotor King Air que vitimou o empresário
Arni Alberto Spiering, de 70 anos, nesta quinta-feira (15), na
zona rural de Apiacás (MT), também tirou a vida dos netos
dele, João Marcos Spiering e Arni Alberto Spiering Benez, do
gerente comercial Ademar de Oliveira Júnior e do piloto
Helder de Souza, de 44 anos.
O grupo estava na Pousada Amazônia Fishing Lodge, que
fica na divisa de Mato Grosso com o Pará, há dois dias.
Segundo a empresa, Arni, os netos e o amigo foram ao local
para praticar pesca esportiva. Nesta quinta, o grupo voltaria

para casa, quando ocorreu o acidente.

Os netos João Marcos e Arni Alberto eram primos. Já Ademar, natural de Presidente Prudente (SP), era agrônomo
e gerente comercial da empresa de sementes e combustíveis de Arni, que morava em Rondonópolis, a 218 km de
Cuiabá.
Ao g1, a Polícia Militar confirmou que a queda do avião ocorreu em uma fazenda, localizada na zona rural de
Apiacás e próximo ao Rio Teles Pires, em uma região conhecida como ‘Paredão’.
De acordo com a Politec, as equipes ainda trabalham no local para retirar os corpos das vítimas e encaminhá-los
ao Instituto Médico Legal (IML) de Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá.
Na manhã desta quinta, o avião bimotor, que estava no nome do empresário, caiu na zona rural de Apiacás, a
1.005 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, a aeronave explodiu no momento da queda, ocorrida em uma área de
mata, a 80 quilômetros da cidade.
O Serviço Regional de Investigação e Prevenção a Acidentes Aeronáuticos (Seripa), da Força Aérea Brasileira, foi
acionado para investigar as causas do acidente.

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De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), a
aeronave tinha capacidade para sete pessoas, entre
tripulantes e passageiros, e a situação era regular.

 

 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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