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MPF não reconhece pedido de suspeição de Emanuel contra Domingos Sávio

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O procurador da República do Ministério Público Federal (MPF), Juliano Stella Karam, pediu o não reconhecimento do pedido de exceção de suspeição do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) contra o procurador de Justiça, Domingos Sávio. Caso se torne suspeito, toda operação contra o gestor no período em que o procurador era chefe do Núcleo de Ações de Competências Originárias (Naco) será anulada, como a Operação Capistrum, que chegou a afastar Emanuel por 37 dias do cargo de prefeito.

 

O pedido foi inicialmente apresentado ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que decidiu encaminhar ao TRF1, após a Justiça ter reconhecido a competência federal no caso. Nos autos, Emanuel aponta que Domingos Sávio possui impedimento para exercer suas atividades ministeriais ‘no que diz respeito aos fatos averiguados no caderno processual, bem como ele é suspeito para atuar em qualquer causa envolvendo o Excipiente’.

 

Isso porque o procurador foi votou também pela homologação do acordo de não persecução civil do ex-secretário de Saúde, Huark Douglas, e solicitou que o acordo fosse encaminhado ao Naco. A base da investigação da Operação Capistrum foi ancorada nas declarações do ex-secretário.

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Outro ponto levantado foi a queixa-crime apresentada por Emanuel contra Sávio por conta de uma postagem, em rede social, no dia do segundo turno da eleição de 2020, quando citou indiretamente Emanuel Pinheiro sobre o caso do ‘Paletó’.

 

Na época, Domingos Sávio fez uma enquete em seu Instagram, com uma pergunta aos eleitores: ‘Neste calor…vc vota com paletó ou de camiseta?’. Em reposta, Domingos Sávio argumenta que ‘não atuou, não atua e não atuará na Ação Penal de origem, assim como nas Medidas Cautelares e Incidentes a ela vinculados’.

 

‘Aliás, basta ver que não foi o requerido quem ofereceu a Denúncia, não foi ele quem postulou as Medidas Cautelares, e, de igual modo, não contra-arrazoou nenhum recurso ofertado pelo excipiente’, alegou sua defesa.

 

Operação Capistrum

Deflagrada em outubro de 2021 pelo Naco, a operação decretou busca e apreensão e sequestro de bens em desfavor do prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro e sua esposa Márcia Aparecida Kuhn Pinheiro, do Chefe de Gabinete Antônio Monreal Neto, da secretária-adjunta de governo e Assuntos Estratégicos, Ivone de Souza, e do ex-coordenador de Gestão de Pessoas, Ricardo Aparecido Ribeiro.

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De acordo com o MPE, os investigados estariam ligados a um suposto esquema de indicações políticas e contratações temporárias na Secretaria de Saúde de Cuiabá. Os contratados tinham direito ao benefício do ‘Premio Saúde’, que pagavam até R$ 6 mil a mais para os comissionados.

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Moradores de Barão de Melgaço denunciam abandono de obras e cobram ações da Prefeitura

População relata problemas de infraestrutura, obras paralisadas e falta de respostas do poder público. Moradores afirmam que a situação tem afetado o dia a dia da cidade e pedem providências urgentes

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Os moradores de Barão de Melgaço têm utilizado as redes sociais e grupos de mensagens para denunciar o que classificam como abandono de serviços públicos e falta de investimentos em áreas essenciais do município.

As reclamações envolvem principalmente a situação das ruas, problemas de infraestrutura e a paralisação de obras consideradas importantes para a população. Diante do cenário, cidadãos têm pedido mais atenção da administração municipal e cobrado respostas sobre os projetos que permanecem sem conclusão.

Entre as principais reclamações está uma obra relacionada à Estação de Tratamento de Água (ETA), que, segundo relatos de moradores, estaria abandonada após a interrupção dos trabalhos.

De acordo com as denúncias compartilhadas pela população, a empreiteira responsável pela execução teria deixado o local após supostos problemas envolvendo pagamentos. As informações, entretanto, ainda não foram oficialmente confirmadas pelas partes envolvidas.

Imagens divulgadas por moradores mostram estruturas inacabadas e áreas sem a conclusão dos serviços previstos, o que tem gerado preocupação sobre o abastecimento e a qualidade dos serviços oferecidos à população.

Críticas são direcionadas à gestão municipal

Grande parte das manifestações populares direciona críticas à atual prefeita de Barão de Melgaço, Margareth Gonçalves. Os moradores afirmam que a administração precisa apresentar esclarecimentos sobre as obras paradas e um cronograma para retomada dos serviços.

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Nas redes sociais, internautas relatam dificuldades enfrentadas diariamente e cobram medidas que possam melhorar a infraestrutura urbana e garantir a continuidade dos projetos públicos.

Diante das denúncias, moradores defendem que a Prefeitura apresente informações detalhadas sobre a situação das obras e os motivos que teriam levado à paralisação dos trabalhos.

A população também pede maior transparência na aplicação dos recursos públicos e ações efetivas para resolver os problemas apontados. Até o momento, não houve manifestação pública oficial sobre as alegações citadas pelos moradores.

Enquanto aguardam respostas, os cidadãos seguem mobilizados e reforçam o pedido para que as demandas do município sejam tratadas com prioridade, diante dos impactos que a situação vem causando na rotina da comunidade.

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