MATO GROSSO
Botelho atinge 44,8% dos votos válidos em pesquisa; Abilio 27,9%
MATO GROSSO
O candidato a prefeito de Cuiabá Eduardo Botelho (União) aparece com 44,8% dos votos válidos na pesquisa do Instituto Mais, divulgada neste sábado (5), pelo site VG Notícias. O levantamento aponta ainda que Abilio Brunini (PL) deve terminar em segundo com 27,9% dos votos válidos, enquanto o petista Ludio Cabral teria 22,5%. Por último aparece Domingos Kennedy (MDB) com 4,8%.
Na modalidade estimulada, em que o entrevistador apresenta os nomes dos candidatos, Botelho tem 37% das intenções de voto. Abílio segue em segundo com 23% e Lúdio registra 18,6%. Kennedy é o último com 3,9%. Brancos e nulos somam 3,1%, e 14,4% dos eleitores ainda se declaram indecisos.
Na modalidade espontânea, na qual não é indicado os nomes dos candidatos, o cenário é parecido com a estimulada. Botelho tem a preferência de 35,8% do eleitorado, seguido por Abílio com 22,1%, Lúdio com 17,9% e Kennedy com 3,5%. Brancos e nulos somam 2,4%, e 18,3% dos eleitores ainda se declaram indecisos.
A pesquisa do Instituto Mais foi realizada entre os dias 2 e 3 de outubro com 800 entrevistas feitas de maneira presencial, nos domicílios, com eleitores de 16 anos ou mais em Cuiabá. O levantamento está registrado no TSE sob o nº MT-02788/2024 e possui margem de erro de 3,46 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.


MATO GROSSO
Acrismat solicita à Sefaz renovação de incentivo do ICMS para a suinocultura até 2032
A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) se reuniu nesta semana com a equipe da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para entregar um ofício solicitando a renovação, até 2032, da concessão de cumulatividade do crédito presumido do ICMS, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O pedido abrange as operações próprias de saídas interestaduais de suínos vivos, em todas as finalidades. A vigência atual do benefício se encerra em 31 de dezembro de 2026.
A solicitação busca assegurar condições de competitividade à suinocultura mato-grossense, especialmente aos produtores independentes. No ofício, a Acrismat aponta que Mato Grosso registrou uma redução de aproximadamente 20 mil matrizes suínas nos últimos anos, cenário que reforça a necessidade de medidas voltadas à sustentabilidade econômica das propriedades e à permanência dos suinocultores na atividade.
Para subsidiar a demanda, a entidade encaminhou o estudo “Desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso: impactos da queda produtiva e alternativas de incentivo”, elaborado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
“O crédito presumido favorece a comercialização de suínos vivos em outros estados e representa uma alternativa importante para o escoamento da produção que não é integralmente absorvida pelos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A continuidade do instrumento contribui para a viabilidade da atividade e a preservação da capacidade produtiva estadual”, pontuou o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho.
O documento também destaca que as oscilações cíclicas do mercado afetam os custos de produção, a rentabilidade e a capacidade de investimento dos suinocultores. Nesse contexto, a renovação é defendida como uma medida para proporcionar maior segurança ao setor e manter condições de competitividade em relação aos produtores de outras unidades da Federação.
Além dos efeitos nas propriedades, a associação ressalta os reflexos da atividade na manutenção de empregos, na geração de renda e na movimentação da economia dos municípios. O pedido considera toda a cadeia produtiva e os serviços vinculados à criação de suínos.
Articulação institucional
O ofício informa que a mesma solicitação foi formalizada junto à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A entidade também pediu apoio à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) para a demanda no Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat).
A demanda conta com apoio do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do Fórum Agro MT e do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT).
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