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Limpurb realiza força-tarefa nos cemitérios de Cuiabá para o Dia de Finados

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), iniciou nesta segunda-feira (21) uma força-tarefa de manutenção e limpeza nos 36 cemitérios públicos da capital, em preparação para o Dia de Finados, celebrado em 2 de novembro. A ação visa garantir que os locais estejam prontos para receber as visitas de familiares e amigos que prestarão homenagens aos entes queridos falecidos.

O trabalho começou pelo Cemitério São Gonçalo, com equipes realizando poda de árvores, varrição, capinagem e a limpeza de túmulos e lápides. O diretor-adjunto de Serviços Urbanos, Anderson Matos, explicou que as atividades seguem um cronograma rigoroso. “Iniciamos pelos cemitérios da zona urbana e, em seguida, atenderemos as unidades localizadas na área rural. Esse esforço de zeladoria reflete o compromisso da Prefeitura de Cuiabá em garantir espaços adequados para receber a população no feriado de Finados”, afirmou Matos.

Os cemitérios Nossa Senhora da Piedade, Porto e Coxipó da Ponte, que são administrados pela Empresa Cuiabana Administradora de Cemitérios, também passarão por uma atenção especial, com equipes focadas na limpeza e organização das portarias e das áreas de maior circulação.

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A Limpurb estima concluir todos os serviços até o final de outubro, assegurando que os cemitérios estejam preparados para as homenagens tradicionais. A iniciativa da Prefeitura de Cuiabá visa proporcionar um ambiente adequado e respeitoso para que a população possa prestar suas homenagens de maneira tranquila e segura.

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Planejamento da granja e vazio sanitário são fundamentais para fortalecer a sanidade na suinocultura, destaca especialista da Embrapa 

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O planejamento adequado das instalações, a produção em lotes e a adoção do vazio sanitário foram os principais temas abordados pelo analista da Embrapa Suínos e Aves, Armando Lopes do Amaral, durante palestra no 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, evento realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat). O especialista destacou que a organização da granja é um dos pilares para manter elevados padrões de sanidade e garantir melhores índices produtivos.

Segundo Amaral, uma granja bem planejada permite fortalecer a biosseguridade, conjunto de medidas voltadas para impedir a entrada de agentes infecciosos e reduzir a circulação de doenças dentro da propriedade.

“A instalação é a base de um bom programa sanitário. O ideal é que a granja seja cercada, bem isolada, com controle rigoroso da entrada de pessoas e que as diferentes fases de produção sejam organizadas em salas específicas. Além disso, é importante manter animais da mesma idade juntos, evitando que animais mais velhos transmitam doenças aos mais jovens”, explicou.

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O pesquisador ressaltou que o Brasil já possui um elevado padrão sanitário na produção de suínos, reconhecido internacionalmente, mas alertou que esse resultado exige vigilância constante.

“Chegar a um bom nível sanitário é importante, mas mantê-lo e buscar melhorias contínuas é ainda mais desafiador. Animais saudáveis apresentam melhor desempenho, maior ganho de peso e melhores resultados econômicos para o produtor”, afirmou.

Embora reconheça que muitas granjas mais antigas enfrentam limitações estruturais e altos custos para adequações completas, Amaral destacou que é possível adotar medidas de manejo capazes de reduzir significativamente os riscos sanitários.

Entre elas está a produção em lotes, organizando grupos de matrizes e leitões para que permaneçam juntos durante cada fase produtiva, respeitando o sistema “todos dentro, todos fora”. Essa estratégia facilita a realização do vazio sanitário entre os lotes, permitindo a limpeza, desinfecção e quebra do ciclo de transmissão de agentes causadores de doenças.

“Nem sempre é possível construir novas instalações imediatamente. Mas, mesmo em estruturas existentes, o produtor pode organizar os animais em lotes, manter grupos da mesma idade nas mesmas salas e realizar o vazio sanitário sempre que possível. São medidas que contribuem muito para preservar a sanidade do rebanho”, concluiu o especialista.

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Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, levar especialistas da Embrapa ao simpósio reforça o compromisso da entidade com a difusão de conhecimento técnico que contribua para o fortalecimento da suinocultura mato-grossense.

“A sanidade é um dos maiores patrimônios da suinocultura brasileira e precisa ser preservada diariamente dentro das granjas. Trazer esse debate para o Simpósio permite que nossos produtores tenham acesso às melhores práticas e entendam que, muitas vezes, melhorias no manejo, no planejamento da produção em lotes e no cumprimento do vazio sanitário geram ganhos expressivos em produtividade e competitividade. A Acrismat trabalha justamente para aproximar o produtor dessas informações e fortalecer cada vez mais a cadeia produtiva em Mato Grosso”, afirmou Frederico Tannure Filho.

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