MATO GROSSO
Policial militar é condenado a 22 anos e perde cargo por homicídio qualificado
MATO GROSSO
Ítalo José de Souza Santos, policial militar, foi condenado pelo Tribunal do Júri de Cuiabá a 22 anos de reclusão, em regime inicial fechado, pelo homicídio qualificado de Rodrigo Gonçalves da Silva ¹. Além disso, a sentença determinou a perda imediata da função de policial militar, conforme requerido pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).
O crime ocorreu em julho de 2012, em um bar na Rua Primeiro de Março, em Cuiabá. Ítalo e Rafael Francisco de Almeida, que faleceu durante o processo, mataram Rodrigo a tiros. As investigações revelaram que Ítalo e Rodrigo tinham uma animosidade prévia devido a desentendimentos com familiares e amigos de Ítalo.
No dia do crime, Rodrigo estava no bar com o cunhado quando Ítalo e Rafael chegaram em uma motocicleta. Ítalo desceu, retirou o capacete e atirou em Rodrigo. O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins atuou no caso.
A condenação é resultado de uma longa investigação e demonstra a importância do sistema judiciário em garantir a justiça para as vítimas e suas famílias.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0