MATO GROSSO
MT Hemocentro promove programação especial com shows em celebração ao Dia Nacional do Doador de Sangue nesta segunda-feira (25)
MATO GROSSO
O Dia Nacional do Doador de Sangue é comemorado nesta segunda-feira (25) 🩸💉. Para homenagear aqueles que ajudam a salvar vidas e incentivar novas doações, o MT Hemocentro preparou uma programação especial. O atendimento será das 9h às 18h.
O evento contará com apresentações da banda musical da Polícia Militar, da banda Gotas de Amor e uma performance instrumental de violino. Além disso, haverá um karaokê disponível para os voluntários que quiserem soltar a voz.
Thiago de Almeida Novaes, estudante de 28 anos e doador de sangue desde 2022, compartilhou sua experiência sobre o ato de doar. Ele afirmou que é uma prática “muito gratificante”, explicando: “A primeira vez que eu doei foi pra ajudar o filho de um amigo que estava precisando. Depois desse dia percebi que o processo é bem tranquilo e passei a doar frequentemente. Virou um hábito.”
A diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanella, explicou que o banco de sangue funciona normalmente de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e que um atestado de comparecimento é fornecido aos doadores.
Para os voluntários do interior do estado, as Unidades de Coleta e Transfusão (UCTs) estão localizadas nos municípios de Juína, Juara, Colíder, Alta Floresta, Cáceres, Primavera do Leste, Barra do Garças, Sinop, Porto Alegre do Norte, Água Boa, Rondonópolis, Tangará da Serra, Barra do Bugres e Sorriso.
Como doar? 🧐
Doar sangue é mais simples do que muitos imaginam. Segundo a Dra. Gianne Hanna Guimarães, médica do Hemocentro, para fazer a doação, basta agendar um horário no site do MT Hemocentro ou ir diretamente até a unidade, na Rua 13 de Junho, em Cuiabá. No local, o doador passará pelas seguintes etapas:
• 1º O cadastro
Ficha com os dados pessoais;
• 2º Pré-triagem
Que envolve a avaliação dos sinais vitais, como pressão arterial e nível de hemoglobina;
• 3º Triagem clínica
Que é uma entrevista para verificar o estado de saúde da pessoa e garantir que o doador está apto para doar.
Fique atento às condições mínimas para a doação 👀
• Idade entre 16 e 69 anos de idade
• Para menores de 18 anos deverá ser apresentado o formulário de autorização e cópia do documento de identidade com foto do pai, mãe ou responsável legal
• Os idosos devem ter realizado pelo menos uma doação de sangue antes dos 61 anos
• Pesar mais de 51 quilos
• Dormir pelo menos seis horas na noite anterior
• Não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores
• Não fumar duas horas antes
Alimentação 🍴
• O doador não deve estar em jejum, mas a refeição deve ser feita pelo menos três horas antes da doação
• Devem ser evitados alimentos gordurosos, como açaí, abacate, leite e seus derivados (queijo, iogurte, manteiga), massas, frituras, ovos, maionese, sorvete, chocolate
• Se a doação for após o almoço, a refeição deve ser leve, com carnes grelhadas, saladas, arroz e feijão sem carnes
Como funciona o intervalo entre doações? ⏱️
A mulher pode doar até três vezes em um período de 12 meses, com intervalo mínimo de 90 dias entre as doações.
O homem pode doar até quatro vezes em um período de 12 meses, com intervalo mínimo de 60 dias entre as doações.
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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