MATO GROSSO
Emanuel aponta ‘complô’ de Mauro e membros de Poderes contra sua gestão
MATO GROSSO
O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) sugeriu que o governador Mauro Mendes (União) teria utilizado integrantes do Ministério Público de Mato Grosso (MPE) e do Judiciário para orquestrar ações a fim colocar a população contra sua administração.
A declaração foi dada durante entrevista ao Jornal da Manhã (rádio Jovem Pan), nesta quinta-feira (05).
“Depois que o governador Mauro Mendes assumiu o governo, ele patrocina diariamente e sistematicamente um bombardeio de informações negativas contra Emanuel Pinheiro, tentando jogar a população contra o prefeito da Capital. Não conseguiram me deter nas urnas. Como fui reeleito, começaram a patrocinar um ataque contínuo a minha reputação, da gestão. Infelizmente teve um apoio pontual de uma ou outra autoridade membro dessa, ou daquela instituição, ou Poder”, apontou.
Emanuel continuou falando que tomou acionou o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e também no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra supostas irregularidades na conduta de servidores das instituições. “Isso eu já estou tratando no CNMP no CNJ”, acrescentou.
A menos de 30 dias de deixar o comando da prefeitura, Emanuel tem dado uma série de entrevistas para falar sobre a reta final de sua gestão. O gestor faz questão de reforçar o atrito travado entre prefeitura e governo estadual em 8 anos de mandato.
“Eu gostaria muito de ter o apoio dele, independente da gente conversar ou sermos aliados. Tentei muito porque prefeito e o governador tem que dialogar, mesmo se não gostar”, disse.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0