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Inscrições para 640 vagas em cursos técnicos da Seciteci têm início nesta segunda-feira (16)

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) abre nesta segunda-feira (16.12), a partir das 18h, o período de inscrições para 640 vagas em cursos técnicos profissionalizantes gratuitos. Os cursos envolvem diversas áreas do conhecimento e são disponibilizados em 12 municípios de Mato Grosso, no período noturno.

As inscrições poderão ser feitas até às 17h59 (horário de Mato Grosso) do dia 17 de janeiro de 2025. Para se inscrever é necessário estar cursando ou ter concluído o Ensino Médio.

Estão disponíveis cursos técnicos de Administração, Agricultura, Agronegócio, Agropecuária, Enfermagem, Meio Ambiente e Saúde Bucal. As aulas estão previstas para começar em março e terão duração de 12 meses a 24 meses.

As vagas são para cursos técnicos na modalidade concomitante (quando o estudante cursa o ensino médio em qualquer escola, mas em período diferente do noturno) e subsequentes (para jovens e adultos que já concluíram a Educação Básica), e estão disponíveis nos municípios de Alto Araguaia, Barra do Garças, Campos de Júlio, Colniza, Confresa, Juruena, Nortelândia, Nova Mutum, Querência, Santa Terezinha, Sapezal e Santo Antônio do Leverger.

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Cada turma será formada por 40 alunos. Para se inscrever e ter acesso ao edital, os interessados devem acessar aqui.

A classificação final dos candidatos será determinada por ordem de sorteio público a ser realizado ao vivo no dia 11 de fevereiro, às 14h, no canal oficial da Seciteci no YouTube (acesse aqui).

Atualmente, a Seciteci já está presente com cursos técnicos em 15 cidades que têm Escolas Técnicas Estaduais (ETECs) e contempla cerca de 3 mil alunos em todas as modalidades de ensino. Com as novas turmas, chegará a 29 municípios, sendo 12 deles fora de sede.

“A Seciteci retoma o protagonismo na oferta de cursos técnicos para jovens e adultos que procuram uma profissão. É um curso para jovens e trabalhadores que querem mais um diploma, e estamos cumprindo a nossa missão dada pelo governador Mauro Mendes e o vice, Otaviano Pivetta, no sentido de qualificar nossa população para que todos tenham mais oportunidade de emprego e renda”, afirma o secretário da Seciteci, Allan Kardec.

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O secretário adjunto de Educação Profissional e Superior da Seciteci, Dimorvan Brescancim, avalia que a oferta dos cursos é uma política de grande importância para garantir acesso ou aperfeiçoamento de uma profissão.

“Grande parte do mundo alcança em média 40% da sua população jovem com cursos técnicos. O Brasil chega a 8%. Com o esforço do Governo de Mato Grosso, já temos mais de 10% de oferta e até 2026 queremos ter 30%, inclusive porque, além de melhorar a renda dos profissionais, o adulto que fez um curso técnico tem desempenho melhor no ensino superior”, completa Dimorvan.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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