MATO GROSSO
Moretti herda R$ 94 milhões em dívidas da gestão Kalil
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Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), disse que seu antecessor Kalil Baracat (MDB) deixou R$ 94 milhões em dívidas para a atual gestão. Durante entrevista ao programa Tribuna (rádio Vila Real 98.3), na sexta-feira (3), a liberal disse que aguarda acesso completo ao caixa de prefeitura para ter um diagnóstico mais preciso da situação financeira “herdada” da antiga administração.
“São R$ 94 milhões de restos a pagar do Kalil. Isso é o que está empenhado. Fora o anulado na administração dele. Na última semana, eu descobri que foi cancelado um monte de empenho”, destacou a prefeita durante a entrevista.
Segundo Moretti, empresas que fornecem alimentos para o pronto-socorro municipal estão há mais de 8 meses sem receber os pagamentos devidos.
A prefeita também comentou sobre os valores em caixa deixados pela gestão anterior. Um extrato prévio apontava a existência de R$ 9 milhões no cofre geral da prefeitura, além de R$ 7 milhões em algumas secretarias. Entretanto, Moretti aguarda um balanço mais detalhado para verificar integralmente a situação financeira.
“Tenho que ter todo esse cuidado de pagamento de contas atrasadas do prefeito anterior. Infelizmente, eu não esperava a herança que o Kalil me deixou”, afirmou.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0