MATO GROSSO
Sine Municipal oferece vaga para motorista de caminhão com salário de R$ 2.800 e outras 83 oportunidades nesta quarta
MATO GROSSO
O Sine Municipal, gerido pela Prefeitura de Cuiabá, disponibiliza 84 oportunidades para quem busca ingressar ou se recolocar no mercado de trabalho, nesta quarta-feira (8). As vagas abrangem diferentes áreas profissionais e níveis de escolaridade.
Entre as oportunidades, destaca-se a vaga para motorista de caminhão-pipa, que exige experiência comprovada e CNH nas categorias D ou E. O salário é de R$ 2.800, acrescido de benefícios como vale-alimentação, refeição no local e vale-transporte.
Para quem busca colocação como auxiliar de estoque, há quatro vagas disponíveis, com remuneração de R$ 1.760,22, além de benefícios como vale-transporte, vale-refeição, seguro de vida, assistência odontológica e gratificação por desempenho. Não é necessário possuir experiência prévia nem comprovar escolaridade.
É importante ressaltar que as vagas são rotativas e podem ser preenchidas rapidamente. Por isso, é essencial que os interessados acompanhem as atualizações por meio dos canais digitais do Sine, como o aplicativo “Sine Fácil” ou a página virtual do Emprega Brasil (empregabrasil.mte.gov.br).
O Sine Municipal conta com duas unidades de atendimento em Cuiabá:
- Sine Centro: Horário de atendimento das 8h às 17h. Telefone: (65) 99217-3377
- Sine Coxipó: Horário de atendimento das 9h às 17h. Telefones: (65) 3645-7216 / (65) 99255-2450
Informações úteis para o trabalhador:
- Consulta de vagas: Acesse empregabrasil.mte.gov.br ou utilize o aplicativo “Sine Fácil”.
- Seguro-desemprego: Pode ser solicitado pelo aplicativo “Carteira de Trabalho Digital” ou pelo site empregabrasil.mte.gov.br.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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