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Loja da maior fabricante de equipamentos de ginástica do mundo é inaugurada em Cuiabá

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Reconhecida por sua proposta inovadora no segmento de equipamentos de ginástica, a LifeFitness inaugurou, nesta quinta-feira (20), em Cuiabá, sua 11ª loja no Brasil. Com uma abordagem focada em personalização e alta performance, a empresa promete transformar a experiência de quem busca saúde, bem-estar e alto rendimento.

A Life Fitness Store Cuiabá foi projetada para atender um público diversificado, incluindo academias, construtoras, residências, redes hoteleiras, clínicas de fisioterapia e condomínios. Todos os equipamentos são desenvolvidos com foco em qualidade, durabilidade, alto padrão e suporte completo de atendimento para os clientes.

Toda a equipe de atendimento é composta por educadores físicos, conforme destacou Ricardo Silva, sócio-diretor da Fit Market e parceiro exclusivo da Life Fitness nas regiões do interior de São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

“Estamos satisfeitos com o retorno dos clientes locais e tivemos o prazer de fechar vários projetos em academias e condomínios. Cuiabá tem um público exigente, e não medimos esforços para atender à alta demanda por equipamentos físicos de qualidade e multifuncionais. Nossa equipe foi treinada para cuidar de todas as etapas, tanto no pré, quanto no pós-atendimento”, afirmou Ricardo.

A concepção do projeto também tem atraído a atenção de arquitetos e outros profissionais que incorporam a prática de exercícios físicos no escopo de seu trabalho.

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“É uma marca referência mundial. A intenção é trazer qualidade de vida para dentro de casa, com cuidado e atenção exclusivos aos clientes. Cada aparelho tem seu diferencial, como simulações e movimentos que se assemelham ao ato de caminhar na areia’, destacou o arquiteto Bruno Brandão.

O secretário de Esportes de Cuiabá, Jefferson Neves, acompanhou o evento de inauguração e destacou que a franquia é uma grande conquista para a Capital.

“Nós, que somos da área e vivemos da musculação e do esporte de maneira geral, entendemos a importância de ter uma marca como a Life Fitness em nossa cidade e região. Era algo que esperávamos há anos, um investimento como esse, que agora se concretiza. Estamos felizes por nossa cidade merecer ter uma loja desse padrão”, ressaltou o secretário.

Show-room
Ricardo Silva (centro), da Life Fitness: fechamento de negócios ainda antes da inauguração

Localizada na Rua Estevão de Mendonça, nº 568, bairro Popular, a loja oferece equipamentos de ponta, com diferenciais em biomecânica e design ergonômico. O portfólio inclui produtos consagrados, como estação multifuncional, crossover, elíptico, esteiras com painel e equipamentos para treinamento de força Hammer Strength. O horário de funcionamento da unidade é de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h.

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“Estamos falando da melhor marca do mundo, o que representa um grande marco para Cuiabá, que está sendo privilegiada, especialmente para o personal trainer, que agora pode oferecer um atendimento com um nível elevado de tecnologia, conforto e design. É uma marca que recomendo, sem dúvida”, afirmou a vice-presidente do Conselho Regional de Educação Física de Mato Grosso, Fabiane Moraes.

Sobre a Life Fitness e FitMarket

Com sede em Franklin Park, nos arredores de Chicago, Illinois (EUA), a Life Fitness está presente em mais de 250 mil academias de 166 países. No Brasil, a empresa franquia já conta com 11lojas nas principais capitais no país como em São Paulo, Campo Grande e Goiânia.

A Fitmarket, parceiro exclusivo das marcas Life Fitness e Hammer Strength em SP, MT e MS e com sede em Campinas, SP onde atua há 17 anos, conquistou recentemente o prêmio Dealer do Ano 2024, um reconhecimento pelo excelente resultado alcançado por toda sua equipe. O prêmio foi entregue durante a Convenção Nacional de Vendas, realizada no início deste mês, em Maceió, AL.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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