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Dicas de harmonização de cerveja com pratos típicos das festas julinas

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Milho, vatapá, feijão tropeiro, sarapatel, canjica, pé de moleque, bolo de fubá e outros tantos pratos não faltam na mesa do brasileiro durante as festas de São João no Brasil – que se estendem até julho, nas famosas “festas julinas”. Para os amantes de cerveja, a boa notícia é que há inúmeras possibilidades de harmonização com os pratos típicos do período.

Segundo a sommelier de cervejas do Grupo Petrópolis, Ana Paula Nicolino, nesse casório, quem dá a última palavra é o paladar, já que a complexidade de sabores desses pratos tradicionais possibilita estilos diferentes de harmonização. “Combinar pratos típicos com cervejas é uma experiência sensorial muito divertida e que apresenta inúmeras possibilidades. A ideia é compreender as particularidades de cada prato para harmonizar – pela semelhança ou contraste – de acordo com as características únicas que cada cerveja possui, como teor alcoólico, intensidade, dulçor e carbonatação. A chave para uma boa harmonização é o equilíbrio para que um não sobreponha ao outro”, explica a especialista.

Confira algumas sugestões de harmonização da especialista para pratos típicos de São João:

Sabores mais intensos pedem cervejas com corpo médio e maior amargor presente

Pratos típicos como feijão tropeiro, sarapatel, vaca atolada ou canjiquinha, que acabam sendo mais gordurosos e temperados, harmonizam melhor com aquelas cervejas de corpo médio e amargor suficiente para balancear os sabores. Nesse caso, os rótulos Black Princess Gold, Black Princess Back to the Red, Petra Aurum e Cacildis são uma excelente pedida pela alternância entre o dulçor maltado e o amargor moderado, proporcionando contraste e limpeza de paladar. A carbonatação das cervejas Black Princess Back to the Red e Cacildis, por exemplo, ajudam a limpar a sensação de gordura do sarapatel, deixando a experiência mais leve.

A suavidade de milhos, pamonhas e amendoins formam combinação perfeita com cervejas leves e pouco amargas

Cervejas como as American Lagers Itaipava, Crystal e Lokal acompanham perfeitamente pratos com intensidade semelhante, como milho cozido, pamonha salgada, amendoim e macaxeira. Quando o milho é assado, com presença de tosta, a Petra Premium escura consegue complementar os sabores com suas notas de malte tostado.

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Pratos com especiarias e texturas complexas pedem maior expressão sensorial

Receitas ricas em temperos, como vatapá, caruru ou pamonha recheada, pedem cervejas com maior expressão sensorial. Rótulos como Black Princess APA-82 e a Let’s Hop, que possuem amargor e notas cítricas, são ideais para equilibrar pratos untuosos ou condimentadas. Já a Black Princess Doctor Weiss, Petra Weiss e Ditriguis, todas com base de trigo, combinam trazendo complexidade e realçando sabores de especiarias graças a seus aromas típicos de cravo, coentro e pimenta-da-Jamaica.

Sobremesas ganham mais sabor com perfis maltados

Bolos de fubá, mungunzá e arroz-doce combinam com cervejas com perfil maltado. A Black Princess Tião Bock, com notas tostado e caramelo, provenientes de sua composição de maltes e a delicada nota de rapadura, intensifica o dulçor dessas deliciosas sobremesas e eleva a sensação de cremosidade da cerveja no paladar. Para cocada, a Ditriguis oferece contraste ao dulçor com leveza e refrescância, enquanto a Petra Stark Bier, com teor alcoólico e sabor maltado mais pronunciado, intensifica o sabor do coco e agrega mais camadas ao paladar.

Uma combinação improvável merece destaque? Doce de abóbora cristalizado com a Black Princess Miss Blonde. O dulçor do doce realça as características da cerveja, enquanto as notas da fermentação Ale desta cerveja estilo Belga ressalta o sabor da sobremesa, resultando em uma harmonização bem-sucedida.

Iniciantes podem optar por cervejas escuras

Quem quer se aventurar no universo da harmonização de cervejas pode apostar em rótulos como Petra Premium Escura e Black Princess Dark. Ambas apresentam corpo de leve a médio, notas sutis de malte tostado e dulçor discreto, o que permite uma combinação versátil com caldos, pratos salgados e doces típicos.

 

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks by Itaipava, Crystal Ice, Cabaré Ice e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 140 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em https://site-stg.grupopetropolis.com.br/ e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.

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SOBRE A PETRA – A Petra é uma marca de cervejas desenvolvida seguindo a melhor tradição cervejeira mundial. Cada um dos estilos carrega a história de respeito aos preceitos essenciais de processos e matérias primas, sem ceder a modismos ou experimentações. Prezando pela harmonização, Petra apresenta rótulos que agradam aos mais exigentes paladares: Petra Origem Puro Malte, Petra Aurum, Petra Schwarzbier, Petra Bock,

Petra Weiss Bier, Petra Stark Bier e Petra Origem Escura Premium. A Petra é parceira do Saber Beber, programa que incentiva o consumo consciente de álcool, reforçando que o ato de beber não é um problema, desde que seja feito de forma consciente e responsável. Saiba mais sobre a cerveja em www.cervejapetra.com.br e @cervejapetra.

SOBRE A BLACK PRINCESS – Produzida em uma fábrica localizada na cidade de Teresópolis, a Black Princess surgiu em 1882 e desde então vem conquistando os mais exigentes apreciadores de cerveja. Hoje conta com oito rótulos: Black Princess Gold, Black Princess Dark, Black Princess Doctor Weiss, Black Princess Let’s Hop, Black Princess Miss Blonde, Black Princess Back to the Red, Black Princess Tião Bock e Black Princess APA-82. Saiba mais sobre a cerveja em www.cervejablackprincess.com.br e @cervejablackprincess

Para mais informações: Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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