MATO GROSSO
Rondonópolis lidera vendas de Big Mac e fortalece apoio à AACCMT
MATO GROSSO
O município de Rondonópolis (MT) se destacou no último McDia Feliz, realizado no dia 23 de agosto de 2025, ao conquistar o primeiro lugar no ranking de vendas de Big Macs entre todas as cidades participantes da campanha em Mato Grosso.
Toda a renda da venda dos lanches será revertida para a Associação de Amigos da Criança com Câncer de Mato Grosso (AACCMT), que atua no apoio a crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer, além de oferecer suporte às famílias.
Nesta quinta-feira (04), a primeira-dama de Rondonópolis, Alessandra Ferreira, esteve em Cuiabá para visitar a instituição e montar um Big Mac em uma das lojas, como forma de agradecimento ao reconhecimento pelas vendas.
Em Mato Grosso, também fizeram parte da campanha os municípios de Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop, Diamantino e São José do Rio Claro.
“A solidariedade dos moradores foi essencial para esse resultado. É emocionante ver como a cidade se uniu por uma causa tão importante. Cada Big Mac vendido representa esperança e cuidado para centenas de crianças”, afirmou a primeira-dama.
A instituição hospeda gratuitamente crianças com câncer e um acompanhante. Entre os atendidos, estão assistidos que residem no interior de Mato Grosso, em outros Estados, de área indígena e de outros países que necessitam ficar em tratamento em centros especializados de oncologia pediátrica em Cuiabá. Conforme último levantamento da diretoria, em 26 anos a AACCMT acompanhou mais de 800 assistidos e realizou 22 mil atendimentos.
“Cada sanduíche vendido representa mais esperança, mais cuidado e mais apoio às crianças e adolescentes atendidos pela AACCMT. Agradecemos imensamente a todos que participaram, voluntários, parceiros, empresas e, principalmente, a população que abraçou essa causa com tanto carinho”, destacou Perolina Cezar, coordenadora da campanha McDia Feliz na AACCMT.
Sobre o McDia Feliz
A campanha é realizada no país desde 1988, gerando recursos para as instituições apoiadas pelo Instituto Ronald McDonald, que atuam para proporcionar mais saúde e qualidade de vida a crianças e adolescentes com câncer.
Em 2018, o projeto ampliou seu impacto para beneficiar outra causa de grande importância para o país, a Educação. Desde sua primeira edição, mais de R$ 400 milhões já foram arrecadados pelo McDia Feliz.
Doações
Todas as despesas da AACCMT, como água, luz, telefone, alimentação, produtos de higiene e capacitação de voluntários e funcionários, são custeadas por meio de doações, projetos, eventos e campanhas. As doações podem ser feitas pelo telefone: (65) 3025-0800.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0