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Vencedor do MT Warriors enfrentará Adriano Oliveira na próxima edição do campeonato

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A terceira edição do MT Warriors Championship será realizada no dia 30 de maio, às 19h, no Palácio das Artes Marciais Iusso Sinohara, anexo à Arena Pantanal, em Cuiabá. O evento contará com 10 lutas profissionais e definirá o adversário de Adriano Oliveira na disputa do cinturão da categoria até 85,100 kg, marcada para agosto. A entrada será gratuita.

Adriano venceu a primeira edição da competição e levou o cinturão. Ele retornou às disputas após oito anos afastado.

“Fico muito feliz por estar vivendo esse momento novamente. Recebi muito apoio para voltar a competir e isso foi fundamental nessa minha retomada. Depois de oito anos afastado, retornar e sentir o carinho das pessoas me deu ainda mais motivação para seguir firme em busca dos meus objetivos. O MT Warriors vem movimentando o cenário das artes marciais em Mato Grosso, e tenho certeza de que teremos grandes lutas pela frente, que vão definir um adversário muito preparado para a disputa do cinturão”, ressaltou Adriano.

Além das disputas masculinas, o card principal terá duas lutas femininas. As vencedoras avançam para uma disputa de cinturão na próxima edição do campeonato.

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Participam desta edição atletas de Mato Grosso, Paraná, Bahia, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul. A pesagem oficial será realizada um dia antes do evento.

“Ter o Adriano Oliveira de volta ao MT Warriors, fortalece ainda mais o campeonato e valoriza a categoria. O GP desta edição será importante para definir um adversário preparado para essa disputa em agosto, mantendo o alto nível técnico do evento”, destacou o presidente da Federação de Kickboxing do Estado de Mato Grosso (FKBEMT), Mateus Wesley Nogueira Noya.

O MT Warriors Championship conta com apoio do Governo de Mato Grosso e chancela da Confederação Brasileira de Kickboxing Profissional (CBKB PRO) e da World Association of Kickboxing Organizations Professional (WAKO PRO).

Estrutura
O evento contará com ringue profissional, iluminação especial, ambiente climatizado, painel de LED P2, arquibancadas e área destinada a convidados e patrocinadores, com capacidade total para mais de 1.000 pessoas.

CARD COMPLETO

Card Preliminar

Peso Super-Leve – até 62,200 kg
Felipe “Louko” × Thiago Soares

Card Principal
Peso Médio – até 75,000 kg
Matheus Cebola (Campo Grande/MS) × João Victor Araújo “Cremogema” (VP Fight – Unit Warriors – Rio de Janeiro/RJ)

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Até 65 kg – Feminino | Desafio do Cinturão Feminino
Ana Clara Cunha (Alcateia Ponto 1 – Cambé/PR) × Raissa Silva Máximo (Rio de Janeiro/RJ)

Até 65 kg – Feminino | Desafio do Cinturão Feminino
Amanda Monteiro (VP Fight – Unit Warriors – Rio de Janeiro/RJ) × Carolina Sousa Santos (Bahia)
Peso Super-Ligeiro – até 69,100 kg

Lázaro Junior (Domínio Muay Thai – Cuiabá/MT) × Lucas Rocha (Tobias Team – Sinop/MT)

Peso Super-Ligeiro – até 69,100 kg
Paulo Antônio (Strike 0579 – Cuiabá/MT) × Murilo Galvão (Ponto 1 – Maringá/PR)

GP Cruzador Leve – até 85,100 kg | Semifinal 1
Wallison Latino (Campo Verde/MT) × Daniel Sebastião Junior (Cascavel/PR)

GP Cruzador Leve – até 85,100 kg | Semifinal 2
João Victor da Silva Pereira (Teixeira Team – Curitiba/PR) × Diego Martins de Albuquerque (Rio de Janeiro/RJ)

Peso Super-Médio – até 78,100 kg
Cleyton Gomes Nicacio (União Fight SJM – São João de Meriti/RJ) × Danilo Dias Vieira “Striking” (Nova Andradina/MS)

GP Cruzador Leve – até 85,100 kg | Final
Vencedor da Semifinal 1 × Vencedor da Semifinal 2

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MATO GROSSO

Grupo Nova Fronteira aprova plano de recuperação judicial com passivo superior a R$ 600 milhões

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Plano foi aprovado em todas as classes de credores e prevê financiamento DIP de R$ 13 milhões; credores também autorizaram novo período de proteção de 180 dias para apoiar a implementação da reestruturação

O Grupo Nova Fronteira teve seu Plano de Recuperação Judicial aprovado pelos credores em Assembleia Geral realizada nesta quarta-feira (26). A decisão representa um dos principais marcos do processo de reestruturação financeira do grupo, que reúne 112 credores e passivo superior a R$ 600 milhões.

A recuperação judicial, conduzida pela ERS Advocacia, envolveu negociações com credores de diferentes perfis, entre eles instituições financeiras públicas e privadas, cooperativas de crédito, fornecedores de insumos e equipamentos agrícolas e agentes financeiros.

O plano recebeu aprovação em todas as classes de credores. Nas classes Trabalhista e de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (ME/EPP), a adesão foi de 100%. Entre os credores com garantia real, o índice de aprovação alcançou 84,18%, enquanto na classe dos quirografários chegou a 66,62%.

Entre as medidas previstas está a contratação de um novo financiamento DIP (debtor-in-possession) de R$ 13 milhões, destinado ao reforço do capital de giro. A operação já foi aprovada pelo Banco BTG, instituição com a qual o Grupo manterá relacionamento comercial.

Embora houvesse autorização judicial para requerer nova suspensão da assembleia por até 60 dias, o avanço das negociações ao longo do próprio dia permitiu que credores e devedores prosseguissem para a votação, culminando na aprovação do plano.

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Para Victor D’Elia, advogado responsável pela condução do processo, o resultado reflete a complexidade das negociações e a busca por uma solução capaz de conciliar a preservação da atividade econômica com os interesses dos credores.

“Esta foi uma das recuperações judiciais mais complexas em curso no Estado, não apenas pela dimensão do passivo, superior a R$ 600 milhões, mas principalmente pela natureza dos créditos, pelas garantias envolvidas e pela diversidade de credores. A aprovação em todas as classes demonstra que foi possível construir uma solução equilibrada, capaz de preservar a atividade do grupo e, ao mesmo tempo, considerar os interesses dos credores”, afirma D’Elia.

Credores aprovam novo período de proteção

Além do plano de recuperação, os credores aprovaram, por 73,01% dos créditos presentes e votantes, a concessão de um novo período de proteção de 180 dias.

A medida busca assegurar estabilidade durante a fase inicial de implementação do plano, preservando bens essenciais à atividade produtiva e evitando medidas expropriatórias que possam comprometer a operação e, consequentemente, a capacidade de cumprimento das obrigações assumidas na recuperação.

O resultado da assembleia também evidencia o papel cada vez mais relevante da negociação entre devedores e credores nos processos de recuperação judicial. Em reestruturações de maior complexidade, a construção de soluções consensuais tem se consolidado como instrumento central para compatibilizar a continuidade da atividade empresarial com a recuperação dos créditos.

Nova etapa para o Grupo Nova Fronteira

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Com mais de quatro décadas de atuação no agronegócio, o Grupo teve o processamento de sua recuperação judicial deferido em dezembro de 2024 pelo juiz Márcio Guedes, da Vara Especializada de Cuiabá -MT. Na ocasião, o passivo declarado era de R$ 594,3 milhões.

Superada a etapa de deliberação dos credores, o processo entra agora em uma nova fase, voltada à implementação das condições negociadas, ao cumprimento das obrigações previstas no plano e à continuidade das atividades produtivas.

Para João Paulo Marquezam, CEO do Grupo Nova Fronteira, a aprovação representa também uma sinalização ao mercado sobre a continuidade das operações.

“A aprovação passa uma mensagem importante para o mercado: o Grupo Nova Fronteira continua firme na atividade e superou o estado de crise. Depois de um processo longo e de negociações complexas, começa agora uma nova fase, que exige disciplina para cumprir o que foi negociado, manter a produção e reconstruir a relação de confiança com credores, fornecedores e parceiros comerciais”, afirma.

Atualmente, o grupo possui 25 mil hectares de área própria, dos quais 6 mil hectares são destinados ao cultivo de soja, além de estrutura com capacidade para 40 mil animais, entre pastagens e confinamento.

A manutenção dessa estrutura produtiva será um dos principais pilares da nova etapa da reestruturação, ao sustentar a geração de caixa necessária para a continuidade das operações e o cumprimento das obrigações estabelecidas no plano de recuperação judicial.

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