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Copa do Mundo: a oportunidade que sua empresa não pode deixar passar

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A Copa do Mundo é um dos maiores eventos de atenção do planeta. Enquanto bilhões de pessoas acompanham os jogos, milhares de empresas disputam algo ainda mais valioso que o próprio futebol: a atenção do consumidor. Segundo relatório oficial de audiência divulgado pela FIFA após a Copa do Mundo do Catar 2022, cerca de 5 bilhões de pessoas consumiram conteúdos relacionados ao torneio em diferentes plataformas ao redor do mundo.

A entidade também informou que a final entre Argentina e França alcançou uma audiência global próxima de 1,5 bilhão de espectadores. Poucos eventos conseguem reunir uma audiência dessa magnitude.Mas o que realmente interessa para os empresários não está dentro do estádio.Está no comportamento das pessoas. O erro mais comum é acreditar que apenas marcas esportivas podem aproveitar a Copa.

Na prática, negócios de todos os setores podem se beneficiar desse aumento de atenção. Clínicas, concessionárias, indústrias, imobiliárias, escritórios, varejistas e prestadores de serviço podem criar campanhas, conteúdos e ações promocionais conectadas ao momento sem precisar falar diretamente sobre futebol.

Trazendo o olhar para a economia local, o mercado também deve ser impulsionado pelo aumento nas vendas de televisores, itens decorativos, alimentos e bebidas, além da maior procura por produtos alimentícios em hipermercados e supermercados. De acordo com a Fecomércio-MT, a Copa do Mundo deste ano poderá gerar um impacto adicional entre R$ 80 milhões e R$ 100 milhões no comércio estadual, com base em dados do IBGE e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

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Durante a Copa, o tempo gasto nas redes sociais aumenta, o consumo de vídeos cresce, as conversas em grupos de WhatsApp se intensificam e as pesquisas relacionadas aos temas do momento dominam a internet.
As pessoas ficam mais conectadas, mais engajadas e mais propensas a interagir com conteúdos que estejam inseridos naquele contexto.Isso cria uma oportunidade enorme para empresas de qualquer segmento.

O ponto principal é participar da conversa que já está acontecendo.Outro aspecto importante é a velocidade. Durante a Copa, o conteúdo envelhece rapidamente. O assunto que gera interesse hoje pode perder relevância amanhã. Empresas que conseguem produzir vídeos, posts, campanhas e anúncios em tempo real tendem a capturar mais atenção do que aquelas que dependem de aprovações demoradas ou planejamentos excessivamente rígidos.

Também é um excelente período para ampliar investimentos em mídia digital. Mas existe um alerta importante que muitos empresários ignoram.A Copa do Mundo possui rígidas regras de propriedade intelectual. Logotipos oficiais, mascotes, símbolos, imagens oficiais, identidade visual da competição e diversas expressões associadas ao evento possuem proteção legal. Utilizar esses elementos em campanhas comerciais sem autorização pode gerar notificações, multas e problemas jurídicos.

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A recomendação é simples: Utilize o contexto, mas não utilize os ativos oficiais.Fale sobre torcida, emoção, competição, expectativa e desempenho. Crie campanhas temáticas. Produza conteúdos relacionados ao momento. Mas evite utilizar marcas registradas ou materiais protegidos.

Conteúdo gera atenção. Anúncios geram alcance. WhatsApp gera conversa. O Customer Relationship Management (CRM) gera acompanhamento. Remarketing gera recuperação de oportunidades. É essa estrutura que transforma audiência em faturamento.

A Copa dura apenas algumas semanas. Os contatos conquistados durante esse período, porém, podem gerar negócios por meses. Quem entende isso não apenas acompanha o evento: aproveita uma das maiores oportunidades de marketing do planeta.

Rômulo Rampini é estrategista de marketing, consultor credenciado pelo SEBRAE MT e diretor da agência 3TRÊS

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Administrador hospitalar: a liderança que transforma gestão em cuidado

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Muito se fala sobre médicos, enfermeiros e demais profissionais que atuam na linha de frente da assistência à saúde. Mas existe uma figura indispensável para que todo esse sistema funcione de forma eficiente, segura e sustentável: o administrador hospitalar, que é homenageado no dia 14 de julho.

É esse profissional que faz a conexão entre estratégia, pessoas, tecnologia e recursos para garantir que hospitais e clínicas consigam cumprir sua missão principal: cuidar de vidas. Em um cenário de custos crescentes, transformação digital acelerada e pacientes cada vez mais exigentes, administrar uma instituição de saúde deixou de ser apenas uma atividade operacional para se tornar uma função altamente estratégica.

A gestão hospitalar moderna exige decisões baseadas em dados, planejamento financeiro, controle de indicadores, gestão de pessoas, conformidade regulatória e capacidade de inovação. Tudo isso sem perder de vista o aspecto mais importante do setor: a humanização do atendimento.

O administrador hospitalar trabalha nos bastidores, mas seu impacto é percebido diretamente na experiência do paciente. Nos últimos anos, a pandemia evidenciou ainda mais essa importância. Os gestores precisaram reorganizar fluxos, ampliar leitos, administrar crises de abastecimento, proteger equipes e garantir a continuidade da assistência em um dos momentos mais desafiadores da história da saúde. Ficou claro que hospitais resilientes dependem de lideranças preparadas.

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Hoje, os desafios permanecem. O envelhecimento da população, a incorporação constante de novas tecnologias, sustentabilidade financeira e a escassez de mão de obra qualificada exigem administradores cada vez mais capacitados para conduzir instituições complexas.

No Dia do Administrador Hospitalar, o reconhecimento vai além da homenagem individual. É uma oportunidade para valorizar uma profissão que contribui diariamente para fortalecer o sistema de saúde, promover eficiência e ampliar a qualidade da assistência prestada à população.

Investir na formação, valorização e desenvolvimento desses líderes é investir em hospitais mais preparados, organizações mais sustentáveis e, principalmente, em uma saúde mais acessível, segura e humana para todos.

Altino José de Souza é médico e presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de Mato Grosso (Sindessmat)

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