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Após Finalíssima masculina, Uefa e Conmebol anunciam edição feminina

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A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e a União das Associações Europeias de Futebol (Uefa) anunciaram, nesta quinta-feira (2), uma série de competições que serão realizadas em conjunto pelas duas entidades. Um dos eventos será a versão feminina da Finalíssima, reunindo as seleções vencedoras da Copa América e da Eurocopa, em data e local a serem definidos.

Os campeões de ambos os torneios ainda serão conhecidos. A Copa América feminina será disputada na Colômbia, entre 8 e 30 de julho. O Brasil é o maior vencedor, com sete títulos, sendo os três últimos consecutivos. A competição dá vaga à Copa do Mundo do ano que vem, em Austrália e Nova Zelândia, às três seleções mais bem colocadas. A Eurocopa também ocorrerá em julho, na Inglaterra, entre os dias 6 e 31.

Segundo a nota conjunta de Conmebol e Uefa, a Finalíssima feminina, bem como os demais eventos anunciados, foram motivados pelo “sucesso” da versão masculina do confronto, que reuniu Argentina (campeã da Copa América de 2021) e Itália (vencedora da última Eurocopa), na quarta-feira (1º), com triunfo sul-americano por 3 a 0. Cerca de 87 mil pessoas acompanharam o duelo no estádio de Wembley, em Londres (Inglaterra).

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As entidades também confirmaram a realização da Copa Intercontinental sub-20, envolvendo os campeões sul-americano e europeu de clubes na categoria. A primeira edição terá o embate entre o Peñarol (Uruguai), vencedor da última Libertadores sub-20, e o Benfica (Portugal), que levou o troféu da Liga de Jovens da Uefa em 2022. O duelo será no próximo dia 21 de agosto, no estádio Centenário, na capital uruguaia Montevidéu.

Outro evento conjunto reunirá os finalistas da Copa América e da Eurocopa de futsal masculino, previsto entre 16 e 18 de setembro deste ano, na Movistar Arena, na capital argentina Buenos Aires. Os representantes sul-americanos serão Argentina (campeã) e Paraguai (vice), enquanto Portugal (campeão) e Espanha (terceira colocada) defenderão o Velho Continente. A Rússia, superada na decisão europeia pelos portugueses, está suspensa de competições por Federação Internacional de Futebol (Fifa) e Uefa, devido às ações militares do país na Ucrânia.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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