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Australianos vencem Margaret River, mas Filipinho segue líder da WSL

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A Austrália, dona da casa, emplacou dobradinha no pódio de Margaret River, a quinta etapa da Liga Mundial de Surfe (WSL, sigla em inglês), que terminou na madrugada desta quarta-feira (4). Os anfitriões Jack Robinson e Isabela Nichols conquistaram os títulos masculino e feminino, respectivamente, sobre adversários havaianos.  Ele superou na final John John Florence, bicampeão mundial; e Nichols levou a melhor sobre Gabriela Bryan.

Entre os seis brasileiros que avançaram às oitavas, o campeão olímpico Ítalo Ferreira foi o único a avançar às quartas. O potiguar caiu para o sul-africano Matthew McGillivray: Ítalo totalizou 14,67 contra 15,85 do anfitrião. Com o resultado em Margaret River, o brasileiro subiu para a quinta posição no ranking masculino.

Já Filipe Toledo, líder do ranking mundial, parou mesmo nas oitavas, por diferença de apenas 3 centésimos para o norte-americano Nat Young. O brasileiro recebeu nota 15,63 contra 15,66 de Nat Young.

A próxima etapa do circuito mundial de surfe será a G-Land (Indonésia) a partir de 28 de maio, que reunirá os melhores 22 homens e 10 mulheres, após corte realizado em Margaret River, que marcou a metade da competição. Quem estará de volta ao circuito será o tricampeão mundial Gabriel Medina. Após pedir licença médica no início do ano para cuidar da saúde mental e questões da vida privada,  Medina retorna à convite da Liga Mundial de Surfe.

Estou com saudades do Tour e de todo mundo”, disse Medina em entrevista ao canal WSL na noite de terça (3).“Estou amarradão por estar voltando, mais ainda por ser na etapa de G-Land. Eu já fui lá uma vez e é uma esquerda insana, com altos tubos, do jeito que eu gosto. Eu tenho surfado bastante, me sinto muito bem fisicamente, mentalmente e agora quero recuperar o ritmo de competição. Mas, sem me estressar com resultados ou rankings. É legal ver o Filipinho (Filipe Toledo) na liderança e estou muito empolgado para reencontrar todos lá em G-Land”, concluiu o surfista de São Sebastião (SP).

Resultados dos brasileiros

QUARTAS DE FINAL

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bateria 1- John John Florence (HAV) 17,50 x 17,16 Griffin Colapinto (EUA)
bateria 2 – Matthew McGillivray (AFR) 15,87 x 14,67 Italo Ferreira (BRA)
bateria 3 – Ethan Ewing (AUS) 15,70 x 12,40 Nat Young (EUA)
bateria 4 – Jack Robinson (AUS) 14,40 x 11,00 Jordy Smith (AFR)

OITAVAS DE FINAL :
bateria 1 – John John Florence (HAV) x w.o Kolohe Andino (EUA)
bateria 2 – Griffin Colapinto (EUA) 9,87 x 7,57 Callum Robson (AUS)
bateria 3 – Matthew McGillivray (AFR) 14,50 x 10,74 Samuel Pupo (BRA)
bateria 4 –  Italo Ferreira (BRA) 15,83 x 8,83 Miguel Pupo (BRA)
bateria 5 – Nat Young (EUA) 15,66 x 15,63 Filipe Toledo (BRA)
bateria 6 – Ethan Ewing (AUS) 16,43 x 14,03 Caio Ibelli (BRA)
bateria 7 – Jordy Smith (AFR) 13,24 x 12,26 Jadson André (BRA)
bateria 8 – Jack Robinson (AUS) 16,06 x 15,93 Barron Mamiya (HAV)

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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