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Brasil aplica 5 a 1 na Tunísia, em último amistoso antes da Copa

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A seleção brasileira passeou em campo diante da Tunísia, no último amistoso antes da Copa do Catar, no estádio Parque dos Príncipes, em Paris. Goleada de 5 a 1. Só na primeira etapa foram quatro gols: dois de Raphinha, um de pênalti de Neymar e Richarlison também marcou antes do intervalo. Quem selou a vitória na etapa final foi o camisa Pedro, que fez seu primeiro gol com a amarelinha, na segunda chance que teve no escrete comandado por Tite.

Foi a sétima vitória seguida da seleção, que completou hoje 15 jogos de invencibilidade. A lista final de convocados pelo técnico Tite sairá no dia 7 de novembro.  A estreia da seleção na Copa do Catar será contra a Sérvia em 24 de novembro, pelo Grupo G, que tem ainda Suiça e Camarões.

O poder ofensivo do Brasil no primeiro tempo, com Lucas Paquetá (esquerda), Richarlison e Raphinha (direita). O trio impôs seu ritmo e logo aos seis minutos, Neymar no meio de campo enfiou uma bola rasteira perfeita para Paquetá, mas o chute saiu torto. Quatro minutos depois, quem abriu o placar foi Raphinha, que cabeçou para o fundo da rede, após lançamento de primeira de Casemiro.  

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Aos 17 minutos, os tunisianos empataram com gol de cabeça do zagueiro Talbi. Mal deu tempo de os adversários comemorarem. No minuto seguinte, Raphinha dominou pela direita e lançou para Richarlison dominar a bola com o peito e chutar com categoria, sem chances para o goleiro Dahmen. O momento era de alegria, mas ocorreu um ato racista durante a comemoração de Richarlison: foi arremessada uma casca de banana no gramado, próximo aos jogadores. Antes do apito inicial do amistoso, a seleção brasileira já havia se manifestado contra o racismo, em apoio ao atacante Vinícius Júnior, atleta do Real Madrid, que foi alvo de ofensas discriminatórias na Espanha este mês antes e durante o clássico do Real contra o Atlético de Madrid. 

Brasil goleira Tunísia - 5 a 1 - último amistoso antes da Copa - em 27/09/2022 Brasil goleira Tunísia - 5 a 1 - último amistoso antes da Copa - em 27/09/2022

Embora a seleção tenha se manifestado contra o racismo antes da partida, uma banana foi arremessada ao campo durante comemoração de Richarlison, após o segundo gol do Brasil –  Lucas Figueiredo/CBF/Direitos Reservados

Ainda na primeira etapa, aos 26 minutos, o árbitro anotou pênalti a favor do Brasil, após Casemiro ser puxado por Laidouni dentro da área. Neymar cobrou com categoria e ampliou para 3 a 1 a vantagem verde e amarela. E ainda deu tempo de Raphinha marcar o segundo dele na partida, aos 39, após lindo passe de Richarlison.  E já no finzinho, aos 41, Neymar foi derrubado por zagueiro Bronn: o juiz não só anotou a falta como expulsou o jogador da Tunísia.

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No segundo tempo, a seleção voltou a campo com Vinícius Júnior pela esquerda, no lugar de Paquetá, e o camisa 9 Pedro, substituindo Richarlison pelo meio no ataque. Com a defesa tunisiana mais fechada, o Brasil criou bem menos. Mas aos 28 minutos, brilhou a estrela do camisa 9 Pedro: tudo começou com jogada de Neymar com Vini Jr, mas a bola sobrou para o centroavante chutar de primeira e selar a vitória por 5 a 1.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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