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Brasileiro Feminino: Inter e Corinthians empatam em 1º jogo da final

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Foi uma manhã de domingo histórica para o futebol feminino brasileiro. Na partida de ida da grande final do Brasileirão A1, Internacional e Corinthians empataram por 1 a 1 e, além disso, levaram ao Beira-Rio o maior público de uma partida de futebol feminino que já se teve registro no país. Impulsionadas por uma campanha de troca de ingressos por alimentos arrecadados para doação, 36.330 pessoas compareceram ao estádio em Porto Alegre e presenciaram um duelo muito disputado, com cada equipe prevalecendo em uma metade do jogo.

Millene abriu o placar para as Gurias Coloradas no primeiro tempo e Jheniffer igualou no segundo. No duelo final, sábado que vem (24), na Neo Química Arena, em São Paulo, quem vencer leva o título – que seria o quarto do Timão e inédito para o Internacional. Um empate significa decisão nos pênaltis. E ainda há a expectativa por nova quebra de recorde. O Corinthians já convocou sua torcida para isso.

Incentivadas pela presença maciça da torcida em uma manhã ensolorada, as Gurias Coloradas começaram o jogo em cima das adversárias, criando diversas oportunidades. Antes dos 15 minutos, a goleira Lelê já havia aparecido bem em quatro lances. Em um deles, Andressa teve a bola roubada por Millene e a goleira corintiana evitou o gol que parecia certo saindo corajosamente nos pés da atacante do time gaúcho.

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Logo na sequência, Duda cobrou escanteio pela direita e acertou o travessão da equipe paulista.

Aos 31, no entanto, o gol enfim veio. Duda roubou a bola pela direita, avançou e cruzou rasteiro. Millene dominou já dentro da área, ajeitou o corpo e chutou para vencer Lelê e abrir o placar. Foi o oitavo gol da jogadora no campeonato.

No segundo tempo, os papeis se inverteram. Foi o Timão que se soltou e criou as melhores oportunidades. A primeira delas já foi suficiente para empatar. Aos 12 minutos, após lançamento longo pela direita, Jheniffer surgiu por trás da zaga e ganhou na velocidade para aparecer frente a frente com a goleira Mayara, tocando na saída dela para marcar.

Pouco depois, em chute de primeira da entrada da área, Gabi Portilho levou muito perigo ao gol colorado. O Inter ficou com dez depois da expulsão de Belinha por entrada violenta, aos 40 e se segurou com uma a menos até o fim. Ainda sofreu um pouco, já que aos 46 Vic acertou um chute não muito forte mas bem colocado que obrigou Mayara a fazer difícil defesa no canto direito. Mas tudo terminou igual.

O Timão confia em sua solidez para conquistar o terceiro título brasileiro consecutivo e o quarto em cinco anos. A equipe só foi derrotada uma vez em 20 jogos nesta edição e está invicta em casa. Já o Internacional se apega ao bom desempenho em mata-matas recentes: tanto nas quartas (contra o Flamengo) quanto nas semis (diante do São Paulo), as Gurias Coloradas empataram no Beira-Rio e conseguiram avançar de fase por terem vencido as partidas fora de casa.

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Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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