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Flamengo vence Franca em casa e força 4º jogo nas finais do NBB

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Durante 24 minutos, parecia que Franca sairia do Rio de Janeiro com uma varrida e o inédito título do Novo Basquete Brasil (NBB), principal campeonato da modalidade no país. Mas com grande recuperação no segundo tempo, o Flamengo virou e venceu o jogo 3, no Maracanãzinho, por 81 a 75, diminuindo a desvantagem na série final para 2 a 1. O jogo 4, em Franca, será na quinta-feira (9) e representará a segunda oportunidade seguida para Franca fechar a série. Um eventual jogo 5, também em Franca, acontecerá no sábado (11).

Nos dois primeiros quartos, Franca ditou o ritmo, estando à frente praticamente o tempo todo. Lucas Dias, ala-pivô do time visitante, anotou 12 dos 16 pontos da equipe no primeiro quarto, que terminou empatado, mas durante a segunda parcial a equipe paulista se encontrou e chegou a abrir nove pontos (39 a 30). No entanto, o americano Dar Tucker começou a desenhar a reação que se confirmaria na volta do vestiário, diminuindo a desvantagem para apenas três pontos.

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No segundo tempo, com as costas contra a parede, o Rubro-Negro não deixou Franca respirar no terceiro quarto. Orquestrado pelo armador argentino Franco Balbi, o time chegou a emendar 13 pontos seguidos, que fizeram parte de uma corrida de 24 a 6 desde o momento em que estava perdendo por 39 a 30. Se Balbi acalmou o time e foi a cabeça na hora de armar as jogadas, Olivinha foi o coração. Depois de marcar nove pontos no primeiro quarto, ele teve que deixar a quadra no meio da reação rubro-negra ao sofrer um corte na cabeça em jogada dentro do garrafão do Flamengo. Porém, depois de retornar com uma touca de natação, ao invés de ficar limitado, ele cresceu de produção. Foi a principal razão de o Flamengo ter feito 20 a 10 na parcial e segurado Franca no último quarto, garantindo a vitória por 81 a 75.

Olivinha terminou a partida com sua melhor pontuação na temporada: 27 pontos, com 64% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 43% nas bolas de três, além de sete rebotes. Balbi foi responsável por nove assistências (quase metade das 20 que o time teve no total) e nove pontos.

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Para conquistar o terceiro título consecutivo do NBB, o Flamengo, que derrotou Franca pela primeira vez em cinco jogos nesta edição, terá que fazer algo que ninguém conseguiu fazer até agora. Franca – maior vencedor nacional do basquete brasileiro, mas que não é campeão desde 1999, portanto, antes da era NBB – ainda não foi derrotado no ginásio Pedrocão nesta temporada. Foram 20 jogos e 20 vitórias. A bola sobe para o jogo 4 às 19h (horário de Brasília).

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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