Search
Close this search box.
CUIABÁ

ESPORTES

Italo Ferreira, Samuel Pupo e Filipe Toledo avançam em Bells Beach

Publicados

ESPORTES


O surfe brasileiro começou bem em Bells Beach (Austrália), a quarta etapa do circuito mundial. Dos nove brasileiros, três venceram na estreia nesta segunda e avançaram à próxima fase. Primeiro a competir pelo país, o campeão olímpico Ítalo Ferreira foi o melhor na segunda bateria, com nota 12,83.  E na quinta bateria, Samuel Pupo (13,23) e Filipe Toledo (12,23) levaram a melhor sobre o australiano Mick Fanning (6,73), tricampeão mundial, que foi para a repescagem.

Ítalo Ferreira superou na segunda bateria os havaianos Ezekiel Lau (10,73) e Imaikalani deVault (8,46). Ao comemorar, o potiguar lembrou do título conquistado na mesma estapa, em 2018, quando derrotou o anfitrião Fanning.

“Estou bem feliz em estar de volta aqui competindo. Aquele ano [2018] foi muito especial para mim. O Mick [Fanning] está de volta aí e espero vencer ele na final de novo”, afirmou sorrindo. “Brincadeira, mas é muito legal ver o ‘legend’ (lenda) de volta competindo. Surfei com ele de manhã e foi bem divertido reencontrá-lo. O evento de Portugal foi bom para mim, queria ter feito a final lá, mas tem que seguir passo a passo”, acrescentou Ítalo, em depoimento à Liga Mundial de Surfe (WSL, sigla em inglês).

Na manhã de hoje (11) foram realizadas oito de 12 baterias da  primeira fase. A competição prossegue logo mais, a partir das 18h (já terça-feira na Austrália) com a estreia de mais cinco brasileiros. Na disputa masculina estarão Caio Ibelli, João Chianca, Jadson André, Miguel Pupo e Deivid “DVD” Silva.  Já na feminina, a única representante brasileira será Tatiana Weston-Webb.

Leia Também:  Análise: Palmeiras aprende lição e praticamente espanta o risco de zebra na Copa do Brasil

Primeira fase (baterias a partir das 18h)

MASCULINO

Bateria 9 -Conner Coffin (EUA), Caio Ibelli (BRA), João Chianca (BRA)
Bateria 10: Kolohe Andino (EUA), Jack Robinson (AUS), Jadson André (BRA)
Bateria 9 – Miguel Pupo (BRA), Jake Marshall (EUA), Deivid Silva (BRA)
Bateria 10: Barron Mamiya (HAV), Ethan Ewing (AUS), Morgan Cibilic (AUS)

FEMININO

Bateria 1a – Lakey Peterson (EUA), Gabriela Bryan (HAV), Courtney Conlogue (EUA)
Bateria 2a: Tatiana Weston-Webb (BRA), Sally Fitzgibbons (AUS), Bronte Macaulay (AUS)
Bateria 3a: Carissa Moore (HAV), Isabella Nichols (AUS), vencedora da triagem
Bateria 4a: Brisa Hennessy (CRI), Stephanie Gilmore (AUS), Molly Picklum (AUS)
Bateria 5a: Johanne Defay (FRA), India Robinson (AUS), Luana Silva (HAV)
Bateria 6a: Malia Manuel (HAV), Tyler Wright (AUS), Bettylou Sakura Johnson (HAV)

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ESPORTES

“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

Publicados

em

Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

Leia Também:  Palmeiras iguala número de derrotas da última temporada em apenas sete meses; veja raio-x

“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

Ouça o Biodiversa Podcast nas principais plataformas de áudio:

Spotify

Amazon Music

YouTube

Siga o Biodiversa nas redes sociais:

Instagram: @biodiversapodcast

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA