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Italo Ferreira, Samuel Pupo e Filipe Toledo avançam em Bells Beach
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O surfe brasileiro começou bem em Bells Beach (Austrália), a quarta etapa do circuito mundial. Dos nove brasileiros, três venceram na estreia nesta segunda e avançaram à próxima fase. Primeiro a competir pelo país, o campeão olímpico Ítalo Ferreira foi o melhor na segunda bateria, com nota 12,83. E na quinta bateria, Samuel Pupo (13,23) e Filipe Toledo (12,23) levaram a melhor sobre o australiano Mick Fanning (6,73), tricampeão mundial, que foi para a repescagem.

O @italoferreira já começou com tudo no #RipCurlProBellsBeach!
Venha conferir os melhores momentos da bateria do brasileiros contra os havaianos no Opening Round de Bells Beach.
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— WSL Brasil 🇧🇷 (@WSLBrasil) April 11, 2022
Ítalo Ferreira superou na segunda bateria os havaianos Ezekiel Lau (10,73) e Imaikalani deVault (8,46). Ao comemorar, o potiguar lembrou do título conquistado na mesma estapa, em 2018, quando derrotou o anfitrião Fanning.
“Estou bem feliz em estar de volta aqui competindo. Aquele ano [2018] foi muito especial para mim. O Mick [Fanning] está de volta aí e espero vencer ele na final de novo”, afirmou sorrindo. “Brincadeira, mas é muito legal ver o ‘legend’ (lenda) de volta competindo. Surfei com ele de manhã e foi bem divertido reencontrá-lo. O evento de Portugal foi bom para mim, queria ter feito a final lá, mas tem que seguir passo a passo”, acrescentou Ítalo, em depoimento à Liga Mundial de Surfe (WSL, sigla em inglês).
Na manhã de hoje (11) foram realizadas oito de 12 baterias da primeira fase. A competição prossegue logo mais, a partir das 18h (já terça-feira na Austrália) com a estreia de mais cinco brasileiros. Na disputa masculina estarão Caio Ibelli, João Chianca, Jadson André, Miguel Pupo e Deivid “DVD” Silva. Já na feminina, a única representante brasileira será Tatiana Weston-Webb.
Primeira fase (baterias a partir das 18h)
MASCULINO
Bateria 9 -Conner Coffin (EUA), Caio Ibelli (BRA), João Chianca (BRA)
Bateria 10: Kolohe Andino (EUA), Jack Robinson (AUS), Jadson André (BRA)
Bateria 9 – Miguel Pupo (BRA), Jake Marshall (EUA), Deivid Silva (BRA)
Bateria 10: Barron Mamiya (HAV), Ethan Ewing (AUS), Morgan Cibilic (AUS)
FEMININO
Bateria 1a – Lakey Peterson (EUA), Gabriela Bryan (HAV), Courtney Conlogue (EUA)
Bateria 2a: Tatiana Weston-Webb (BRA), Sally Fitzgibbons (AUS), Bronte Macaulay (AUS)
Bateria 3a: Carissa Moore (HAV), Isabella Nichols (AUS), vencedora da triagem
Bateria 4a: Brisa Hennessy (CRI), Stephanie Gilmore (AUS), Molly Picklum (AUS)
Bateria 5a: Johanne Defay (FRA), India Robinson (AUS), Luana Silva (HAV)
Bateria 6a: Malia Manuel (HAV), Tyler Wright (AUS), Bettylou Sakura Johnson (HAV)
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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