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Sem Alzirão, Rio terá alternativas para exibição de jogos da Copa

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Pela primeira vez em 44 anos não haverá a tradicional festa do Alzirão, na zona norte do Rio. Os cariocas, no entanto, terão outras opções para assistir à participação da seleção brasileira na Copa do Mundo 2022 nas ruas da cidade.

Uma delas é o telão que será instalado no Parque Madureira, na zona norte da cidade. Nos dias de partidas do Brasil, estão previstas clínicas de futebol e futevôlei antes dos jogos e apresentações musicais depois do apito final.

Na estreia da seleção, contra a Sérvia, na próxima quinta-feira (24), às 16h (horário de Brasília), o show será de Ferrugem. No segundo jogo, contra a Suíça, no dia 28, às 13h, a atração será Xande de Pilares. Encerrando a primeira fase, contra  Camarões, no dia 2 de dezembro, às 16h, está prevista apresentação com Marcelo Falcão.

O Sesc vai instalar 13 telões em todo o estado. Na cidade do Rio, haverá exibições nas unidades da Tijuca, Madureira, Ramos e no centro.

Nas areias da praia de Copacabana, a Fifa prepara um Fan Festival (junto com mais seis cidades do mundo), com telão para a exibição dos jogos e shows. A entrada, gratuita, é garantida por ingressos pedidos no site do evento. É preciso ficar atento ao site para a abertura de novos lotes.

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Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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