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Stefani é campeã de duplas do WTA de Guadalajara e salta no ranking
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A brasileira Luisa Stefani faturou na madrugada desta segunda-feira (24) o título de duplas do WTA 1000 de Guadalajara, ao lado da australiana Storm Sanders, e de quebra saltou 162 posições no ranking mundial: agora é a 60ª colocada. Medalhista de bronze na Olimpíada de Tóquio, a paulista de 25 anos derrotou na final a parceria da compatriota Bia Haddad, com a cazaque Anna Danilina, por 2 sets a 1 (7/6 (7-4), 6/7 (2-7) e 10/8. É o segundo título de Stefani, após retorno às quadras em setembro.

🏆 First team title 🏆@Luisa__Stefani and @stormsanders94 are your 2022 #GDLOPENAKRON doubles champions! pic.twitter.com/e9Ifp1DJk1
— wta (@WTA) October 24, 2022
“Foi muito divertido jogar na frente de vocês a semana toda. Bia e Anna tiveram uma grande semana, se garantiram no Finals, incrível feito. Bia é uma grande inspiração ao tênis brasileiro e para mim. Não é a primeira vez que fico orgulhosa dela, do que vem fazendo e levando o tênis brasileiro a um nível mais alto. Quero agradecer a Storm pelas duas semanas no começo de meu retorno, confiou em mim, estou orgulhosa de nós”, disse Stefani, após levantar o troféu ao lado de Storm.
hat ✔️
trophy ✔️@Luisa__Stefani x @stormsanders94 #GDLOPENAKRON pic.twitter.com/7EUdPCjmtU— wta (@WTA) October 24, 2022
Stefani voltou a competir no mês passado, após quase um ano de recuperação de uma cirurgia no joelho direito. Ela se lesionou quando disputava a semifinal do US Open – na época Stefani era a número 12 do mundo. No retorno às quadras, no WTA 250 de Chennai (Índia), a brasileira conquistou o título de duplas, ao lado canadense Gabriela Dabrowski, parceira frequente de Stefani, com a qual ganhou ano passado o WTA 1000 de Montreal (Canadá).
A paulista soma ainda títulos ao lado da norte-americana Hayley Carter: o WTA de Lexington (Estados Unidos), em 2020, e o WTA de Tashkent (Uzbequistão), em 2019.
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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