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Quem é a enteada de Pelé reconhecida como herdeira do Rei do Futebol

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Gemima Lemos MacMahon foi reconhecida como filha socioafetiva de Pelé e, dessa forma, é considerada como herdeira do Rei do Futebol. O inventário do ex-jogador está sob responsabilidade da 2ª Vara de Família e Sucessões do Foro de Santos, no litoral de São Paulo.

Gegê, como é chamada pela família, é fruto da união entre Assíria Nascimento e do americano Chris McMahon. Quando Pelé casou-se com Assíria, Gemima tinha apenas 3 anos. Logo depois, nasceram os gêmeos Joshua e Celeste. Por ter sido criada por Pelé, ela era considerada uma filha para ele.

Em 2006, Gemima celebrou os 15 anos com uma festa, ao lado de toda a família. Na época, em entrevista a revista Caras, Pelé recordou os primeiros passos da aniversariante.

Pelé se casou, no Recife, com a empresária Assíria Nascimento, em 1994 — Foto: Acervo/TV Globo

Pelé se casou, no Recife, com a empresária Assíria Nascimento, em 1994 — Foto: Acervo/TV Globo

“Conheci a Gegê com 8 meses na casa da Assíria em Nova York, e houve uma empatia tão forte entre nós que ela não me largava. Mas, depois de algum tempo, ela fugia de mim e nem queria papo”, recordou. “Hoje, somos muito amigos. E só posso dizer que ela cresceu rápido demais! Parece que foi ontem que conheci a minha filha”, disse, na época. A união entre Pelé e Assíria terminou em 2008.

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Gemima nasceu nos Estados Unidos e, apesar de ter vivido boa parte da vida no Brasil, voltou para a Flórida para fazer faculdade. Ela virou conselheira de saúde mental licenciada do Centro de Aconselhamento Total Life, especializada em aconselhamento para questões femininas, casais, crianças e adolescentes.

Mesmo após o término do casamento de Assíria e Pelé, a ligação entre ex-jogador e Gemima se manteve muito forte. Nas redes sociais, ela postou uma foto da camiseta da seleção brasileira assinada por ele. “Para Gemina, com amor do papai Edson Pelé”. Depois, Gemima fez uma tatuagem no pulso em homenagem ao Rei, com a expressão ‘do papai’ e um coração ao lado.

Gemima fez uma tatuagem no pulso em homenagem ao Rei, com a expressão 'do papai' e um coração ao lado  — Foto: Arquivo Pessoal

Gemima fez uma tatuagem no pulso em homenagem ao Rei, com a expressão ‘do papai’ e um coração ao lado — Foto: Arquivo Pessoal

Herdeira

Pelé morreu em dezembro de 2022, aos 82 anos, vítima de um câncer no cólon. Em março, de acordo com apuração do g1Joshua e Celeste pediram que a irmã fosse reconhecida como filha socioafetiva do Rei do Futebol. Eles enviaram uma petição ao Juiz da 2ª Vara de Família e Sucessões do Foro de Santos.

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A decisão dos herdeiros do ex-atleta – filhos, netos e viúva -, foi consensual após a petição de Gemima. A homologação já aconteceu e, sendo assim, ela passa a ter todos os direitos dos demais herdeiros.

No documento da petição, os advogados Pythagoras Lopes de Carvalho Neto e Camila Monzani Gozzi afirmaram que os demais herdeiros e a viúva reconhecem que Gemima e Edson “desenvolveram, ao longo da vida, relação equiparável à paternidade, atualmente reconhecida pela lei, doutrina e jurisprudência brasileiras como paternidade socioafetiva”.

Eles ainda enfatizaram que o artigo 1.593 do Código Civil prevê que o parentesco, natural ou civil, decorre de consanguinidade ou outra origem, dentre elas, o afeto.

“Este é o caso de Gemima, que desde que viu sua genitora casar-se com Edson no início dos anos 90, passou a ser por ele também tratada como filha e, por isso, hoje possui legitimidade para ocupar a posição de herdeira neste feito”, apontou o documento.

Procurado pelo g1, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) informou que o processo tramita em segredo de Justiça.

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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