JURÍDICO
Confira o trabalho das comissões no decorrer da semana
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Leia a seguir o trabalho das comissões no decorrer da semana:
Comissão Nacional de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente
A Comissão Nacional de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente se reuniu na sexta-feira (4/11) para discutir o formato das cartilhas temáticas destinadas a fornecer orientação quanto a procedimentos legais voltados a esse grupo da população. As propostas deverão ser apresentadas até a próxima reunião do colegiado, inicialmente marcada para o dia 2 de dezembro. A distribuição do material ocorrerá a partir do próximo ano.
“As cartilhas serão distribuídas a públicos diversos. Além da população em geral, queremos que o material chegue até crianças e adolescentes internos do sistema socioeducativo e na rede de acolhimento. Levaremos orientações e informações acessíveis a todos”, relata a vice-presidente da Comissão, Luiza Simonetti Cabral
Também ficou definido que a Comissão irá agrupar os relatórios dos últimos dois anos de todas as Comissões da Criança e do Adolescente das seccionais para envio ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). O material será apresentado no ato do credenciamento dos representantes da OAB para a votação que definirá os novos conselheiros da entidade.
Ainda, para maior agilidade na apreciação de processos distribuídos aos membros da Comissão, foi definida a atualização das listas de peças e de relatores para serem apreciadas e avaliadas no próximo encontro do colegiado.
Também participaram da reunião o secretário Carlos Kremer, a secretária-adjunta Tatiane Barros Ramalho, e os membros Ricardo Melo, Patrícia Barbosa e Andreia Valandro.
Comissão Nacional de Direitos Sociais
Em encontro realizado nessa segunda-feira (7/11), a Comissão Nacional de Direitos Sociais analisou cinco processos, entre eles, o pedido da seccional de Santa Catarina, que requeria o fim da exigência de obrigatoriedade da utilização do Pje-Calc pela advocacia, conforme da Resolução 241/2019 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), como única maneira de apresentação de cálculos na Justiça do Trabalho a partir de 1º de janeiro de 2020, e também apontava sua ineficácia para a finalidade de elaboração de cálculos judiciais.
Segundo a relatora, Heloísa Hommerding, foi constatado que o programa deixa de apurar verbas trabalhistas, o que pode desenvolver “um temor de dano em relação ao valor encontrado pelos parâmetros gerados pelo PJE-Calc, a ponto da parte precisar fazer uma dupla checagem nos cálculos por outra plataforma”. O colegiado irá encaminhar o caso para a diretoria do Conselho Federal.
Outro processo votado na sessão foi referente à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/2016, enviada ao Conselho Federal para parecer opinativo. O texto, em tramitação no Congresso, propõe ampliar a jornada de trabalho para até 10 horas diárias, limitar o aviso prévio a 30 dias, reduzir o prazo prescricional para até dois anos, com limite de até três meses para ajuizamento de ações e obrigação de submissão de todas as lides trabalhistas à Comissão de Conciliação Prévia antes do ajuizamento de reclamações trabalhistas.
O relator Murilo Chaves, em seu voto, posicionou-se pela rejeição da PEC, pois as propostas violam direitos já regulamentados por lei, além de ferirem cláusula pétrea da Constituição Federal, atingindo os direitos individuais (art. 60, §4o, IV), no tocante à proposta de alteração do prazo prescricional para ações trabalhistas e da submissão obrigatória de todas as controvérsias trabalhistas à Comissão de Conciliação Prévia.
Participaram do encontro o presidente da Comissão, Paulo Maia, a secretária Layla Milena Oliveira Gomes, e os membros Murilo Chaves, Renato Rodrigues, Luciene Bessa, Gabriela Correia, Heloisa Hommerding e Rodolfo Gomes Amadeo.
Comissão Especial de Direito Florestal
Em reunião realizada na terça-feira (8/11), a Comissão Especial de Direito Florestal recebeu o engenheiro florestal, coordenador geral de Fomento Florestal e diretor de Desenvolvimento Florestal, Fernando Castanheira Neto, que fez uma breve palestra abordando sobre as concessões de florestas nativas pelo Governo Federal, como elas funcionam e como são importantes para o país.
O engenheiro também apresentou os desafios a serem enfrentados pelo Serviço Florestal Brasileiro em consolidar um sistema de governança florestal que desenvolva a vertente de desenvolvimento florestal.
Ainda em pauta, foi discutido sobre o Projeto de Lei 5518/2020 que sugere mudanças na Lei de Gestão de Florestas Públicas (Lei 11.284/2006). “O PL pretende, principalmente, permitir que nas concessões florestais se possa negociar créditos de carbono, o que será um aumento significativo para a entidade privada, para o governo e para as concessões florestais”, disse o presidente da comissão, Aldo Cresci Neto.
O ex-presidente da OAB e membro honorário vitalício Ophir Cavalcante Junior esteve presente e falou sobre a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que diz sobre a reintegração de posse. O advogado e membro da comissão, Fábio Ribas também trouxe um parâmetro sobre o estado do Pará a respeito do assunto.
Estiveram presentes o vice-presidente Tadeu de Pina Jayme, os membros Bernardo Felipe Abrão, Rogério Gaspari Coelho, Felipe Oliveira Carmona, José Eduardo, Florence Haret, José David, Luciana Barrém, e Karl Neumann.
Comissão Especial de Estudos do Código de Processo Civil
Após dois meses, o grupo de presidentes de Processo Civil da OAB retomou suas reuniões nesta terça-feira (8/11). O encontro ocorreu em ambiente virtual, e contou com a participação de representantes de cada seccional.
Quem conduziu a reunião foi o presidente da Comissão Especial de Estudos do Código de Processo Civil, Pedro Miranda de Oliveira, que ressaltou a necessidade da criação de comissões de processo em cada seccional.
“O estabelecimento das comissões nas seccionais é fundamental para saber o que dá certo e o que não dá na rotina profissional, nos tribunais, e o que precisamos melhorar e defender no âmbito do Processo Civil. Somente assim conseguiremos ter sintonia entre seccionais com a nacional”, pontuou Pedro Miranda de Oliveira.
Ele também lamentou o fato de algumas seccionais não terem instituído uma comissão específica para tratar do assunto e reforçou a necessidade de um trabalho conjunto “em que todos sejam ouvidos de modo a descentralizar as ações com efetividade”.
Com o controle da pandemia de covid-19, o presidente propôs a retomada dos eventos presenciais para o próximo ano. “Queremos que em 2023 voltemos a ter eventos presenciais, com o convite de professores de fora. A ESA vai continuar apoiando, contudo, precisamos que as sugestões sejam passadas com antecedência, para que possamos nos planejar”, destacou.
Comissão Especial de Direito Desportivo
Com a popularização dos sites de apostas, cada vez mais os resultados de campeonatos têm se tornado alvos de manipulação, seja por parte das equipes, jogadores ou por interferência da arbitragem. Diante desse problema, a Comissão Especial de Direito Desportivo da OAB Federal se reuniu nesta quarta-feira (9/11), virtualmete, para tratar sobre o tema. A reunião foi conduzida pelo presidente da comissão, Paulo Cesar Salomão Filho.
O presidente ressaltou que a manipulação de resultados é um problema complexo e difícil de ser combatido por diversos motivos: transnacionalidade e complexidade dos crimes, brechas legais e regulatórias, dificuldade na identificação da rede completa de criminosos envolvidos, falta de recursos investidos e falta de cooperação entre as partes envolvidas.
O advogado especializado em direito desportivo e ex-procurador do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) Paulo Schmitt ressaltou que, embora já exista legislação para coibir a manipulação de resultados, ainda há espaço para ser aprimorado. “Eu acredito que as penas impostas pelo Estatuto do torcedor ainda são brandas, assim como precisamos especificar alguns tipos penais para manipulações”, afirmou.
Schmitt ainda enfatizou que as organizações esportivas precisam levar mais a sério o tema da integridade. Nesse sentido, destacou a iniciativa do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que já está adotando várias ações nesse sentido, como a portaria designando o Comitê de Defesa do Jogo Limpo e o Código de Prevenção e Combate à Manipulação de Competições. Segundo ele, já existe uma instância especializada e normas próprias para processar e julgar casos de manipulação, mas que ainda é preciso operacionalizar
Comissão Especial de Responsabilidade Civil
A Comissão Especial de Responsabilidade Civil se reuniu na tarde desta quinta-feira (10/11). O item principal da pauta foi a discussão de temas que integrarão o primeiro congresso organizado pelo colegiado. O evento, que terá formato híbrido, será realizado nos dias 2 e 3 de março de 2023, em São Paulo, e terá a parceria da Associação dos Advogados de São Paulo (AASP).
“A partir das sugestões do grupo, decidimos que o congresso terá uma linha-mestra, um assunto principal, que norteará as palestras e os debates. Faremos discussões sobre temas da atualidade, muitos que ainda desafiam a advocacia e o Judiciário”, comentou o presidente da Comissão, Eduardo Lemos Barbosa.
A próxima reunião do colegiado será realizada no dia 24/11, às 17h. Até a data, a expectativa é de que haja a sugestão dos temas e dos palestrantes dos 10 painéis do evento para que a programação seja fechada. Estiveram presentes na reunião os membros Caroline Amadori Cavet, Luiz Gustavo Lovato e Henrique Buril Weber.
Comissão Especial de Direito do Trabalho
A Comissão Especial de Direito do Trabalho, em reunião híbrida realizada na quinta-feira (10/11), decidiu se manifestar contra o artigo 27 da resolução nº 296 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), publicada em junho de 2021, que ameaça extinguir 69 Varas do Trabalho em todo o país. A decisão foi unânime.
Conforme destacou o presidente da comissão, Ronaldo Ferreira Tolentino, “a extinção de comarcas e varas do trabalho irá prejudicar o acesso à justiça principalmente àqueles que moram em regiões mais afastadas dos grandes centros, onde geralmente ocorre casos de trabalho infantil, de trabalho degradante ou de trabalho análogo ao escravo”.
Presidente da Comissão de Direito do Trabalho da OAB da Paraíba, o advogado Paulo Maia relatou que, em seu estado, diversas varas foram trocadas por outras “itinerantes”, que posteriormente deixaram de circular. O mesmo fato foi narrado pela presidente da Comissão da Justiça do Trabalho da OAB-RJ, Érica Pereira. Tanto na Paraíba quanto no Rio de Janeiro, já há represamento de processos.
A comissão também tratou sobre as atualizações do Sistema Pje, principalmente sobre a retirada da possibilidade de pesquisa por nome do sistema. Para os advogados, tal modificação dificultou o trabalho, principalmente no atendimento de reclamante de baixa escolaridade. A comissão definiu que há uma necessidade de elaborar um treinamento para os advogados, e que, caso ocorra novas modificações no sistema, fazer a advocacia ser ouvida.
O retorno presencial também foi pauta da reunião. Mesmo com a determinação do Conselho Nacional de Justiça para a volta presencial das atividades, e exceções para audiências virtuais, ainda ocorrem muitas dúvidas entre os advogados. Isso porque, mesmo quando se escolhe a tramitação totalmente virtual, há magistrados que exigem a audiência presencial, e o mesmo ocorre com aqueles que optam pelo modelo presencial.
Como cada região possui suas peculiaridades, o tema ficou sem deliberação. A próxima reunião ficou agendada para o próximo dia 21 de novembro, às 17 horas, e deve tratar sobre as audiências virtuais, bem como as sustentações.
Fonte: OAB Nacional
JURÍDICO
Aulão jurídico on‑line une defesa criminal e solidariedade em apoio ao Abrigo João de Deus
O advogado criminalista e professor Lucas Sá Souza promove no dia 22 de dezembro um aulão solidário on‑line sobre Habeas Corpus e Defesa nos Tribunais, com toda a arrecadação destinada ao Abrigo João de Deus. A iniciativa busca combinar capacitação jurídica com ação social, abrindo espaço para participação de profissionais de todo o país.
Pela primeira vez ministrado exclusivamente em formato virtual, o evento permite que advogados e estudantes de diferentes regiões acompanhem as palestras sem deslocamento. O modelo também visa ampliar o alcance da arrecadação, mantendo o objetivo de impactar diretamente a comunidade acolhida pelo abrigo.
“Além de ser a especialidade do nosso escritório, Sá Souza Advogados, é um assunto importantíssimo para a advocacia criminal, que sempre está em defesa da liberdade nos Tribunais. Pela primeira vez será realizado exclusivamente na modalidade on‑line, pois foi um pedido expresso de muitos colegas advogados de outros lugares do Pará e do Brasil, que sempre querem participar, mas terminavam impossibilitados”, afirma Lucas Sá Souza.
O histórico da mobilização mostra o compromisso do escritório com a causa social: desde 2022, o apoio ao Abrigo João de Deus se mantém ativo. Em 2025 um evento anterior resultou na doação de mais de uma tonelada de alimentos não perecíveis ao abrigo. A expectativa agora é ampliar esse resultado e reforçar o impacto da ação beneficente.
“Realizamos este apoio ao abrigo desde 2022, pois entendemos que isso integra a missão social do escritório e também é uma forma de retribuirmos o tanto que recebemos da sociedade. Quanto à expectativa de público e de arrecadação, estou curioso, pois no último que fizemos, arrecadamos mais de uma tonelada de alimentos para o abrigo”, ressalta o advogado.
Inscrições e participação
Interessados devem enviar um e-mail para sasouzaadvogados@gmail.com , manifestando interesse. A equipe do escritório Sá Souza Advogados enviará as instruções para contribuição via pagamento de R$ 50 ou doação de 10 kg de alimentos não perecíveis.
Serviço
Data: segunda‑feira, 22 de dezembro
Tema: Habeas Corpus e Defesa nos Tribunais
Formato: 100% on‑line
Investimento: R$ 50 ou 10 kg de alimentos não perecíveis
Inscrições: enviar e-mail para sasouzaadvogados@gmail.com
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MATO GROSSO3 dias atrásItaipava transforma aviso legal em alerta contra o assédio e propõe novo padrão de comunicação no mercado cervejeiroDurante décadas, o texto legal das campanhas de cerveja cumpriu uma função obrigatória. Presente em todas as peças do setor, a mensagem “Beba com moderação” acabou se tornando invisível aos olhos do público. A partir desse diagnóstico e amparada por uma pesquisa inédita do Instituto Locomotiva, realizada em parceria com a marca para esse 2026, a Itaipava decidiu ressignificar esse espaço para chamar atenção a um problema urgente da sociedade brasileira: o assédio, especialmente intensificado durante o Carnaval. Criada pela WMcCANN, a iniciativa transforma o aviso legal em um alerta direto e impossível de ignorar e dá início a um movimento com a nova assinatura “Nunca assedie. Beba com sabedoria”, colocando o combate ao assédio como prioridade em sua comunicação. Os dados que embasam a iniciativa fazem parte de uma parceria da Itaipava com o Instituto Locomotiva e evidenciam a dimensão do problema: 79% das brasileiras afirmam temer sofrer assédio no Carnaval e 5 em cada 10 mulheres já passaram por situações de assédio durante a festa. As informações integram as peças da campanha de Carnaval da marca e reforçam a urgência do tema, validando seu compromisso social ao integrar o “Não Se Cale”, pacto assinado pelo Grupo Petrópolis no lançamento do movimento, em 2024. “Nós entendemos que o Carnaval é um momento de celebração, mas também de responsabilidade. Com esta iniciativa, queremos ser pioneiros em uma mudança de comportamento que pode e deve ser abraçada por todo o setor. Transformar o aviso legal em um alerta contra o assédio é um passo simbólico, mas de grande impacto”, afirma Giulia Faria, Co-CEO do Grupo Petrópolis. “A parceria entre Itaipava, WMcCANN e Instituto Locomotiva nasce do compromisso de usar a comunicação para tornar visíveis verdades que não podem mais ser ignoradas. O posicionamento da WMcCANN, baseado em verdades bem contadas, está diretamente ligado à responsabilidade cultural. Ao realizar uma ação sustentada por dados, a comunicação cumpre seu papel de provocar reflexão, influenciar a cultura para transformar comportamentos e contribuir para um ambiente mais seguro para as mulheres”, comenta Ranata Bokel, CEO da WMcCANN. Para Maíra Saruê, diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva, os dados da pesquisa revelam um cenário preocupante e reforçam como o assédio ainda faz parte da realidade de muitas mulheres durante o Carnaval. “Ao divulgar esses dados, buscamos não só amplificar o debate público sobre o tema, mas também chamar à reflexão quem está pulando o Carnaval. O assédio não é uma questão individual de uma ou outra mulher, é um problema social que precisamos enfrentar de forma coletiva, como sociedade”, explica. A ação se desdobra em uma estratégia de comunicação integrada que leva a mensagem para as ruas, redes sociais e plataformas digitais. O movimento inclui a aplicação da nova assinatura na veiculação de filme, peças em DOOH e materiais promocionais, com ampla presença em regiões de alta concentração de blocos e festividades carnavalescas. A estratégia busca amplitude e mobilização, incentivando o engajamento de parceiros e consumidores para que a mensagem se perpetue além do Carnaval. Pacto Ninguém se Cala O Grupo Petrópolis foi a primeira grande empresa do setor cervejeiro a assinar o Pacto Ninguém Se Cala, iniciativa do Ministério Público de São Paulo e do Ministério Público do Trabalho de combate ao assédio e à violência contra a mulher. Entre as ações adotadas, a empresa tem conscientizado clientes, fornecedores, promotores de eventos e colaboradores a respeito do tema, dentro da estratégia do seu programa de consumo consciente, o Saber Beber. A inclusão do alerta “Nunca Assedie” no aviso legal das embalagens de cerveja é mais uma ação adotada nesse sentido. SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ), Itaipava conquistou o consumidor brasileiro ao longo dos anos e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
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