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OAB Nacional participa do 3º Congresso Goiano da Advocacia Jovem

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Presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, participou do 3º Congresso Goiano da Advocacia Jovem. O evento ocorreu nesta quinta-feira (2/3), no Auditório Eli Alves Forte, em Goiânia (GO).

“A Jovem Advocacia é a espinha dorsal da nossa classe. Nacionalmente, os jovens advogados e advogadas representam cerca de 50% dos inscritos nos quadros da Ordem. Isso significa que metade dos nossos profissionais se formou há, no máximo, cinco anos”, disse Simonetti.

Perante o auditório lotado, o presidente do CFOAB lembrou dos desafios do início da carreira. “O início da vida profissional é – certamente – um dos momentos mais desafiadores para todo e qualquer jovem adulto. Um universo com mais de 1,3 milhão de advogados e advogadas no Brasil nos faz refletir sobre a relação entre sucesso na profissão e a capacidade de projeção de um profissional diferenciado”, falou. 

Ex-integrante da “Advocacia Iniciante do Amazonas”, Simonetti destacou como a participação em comissões como da Advocacia Jovem (CAJ) pode ser transformadora. “Nesses 22 anos de serviços prestados à advocacia, lembro que meu primeiro registro no Conselho Federal foi como membro da Advocacia Iniciante do Amazonas, que corresponde hoje a comissão da Jovem Advocacia. De presidente da Advocacia Iniciante do Amazonas, hoje sou o presidente do Conselho Federal da OAB. Parafraseando Barack Obama: ‘Yes, we can’”, afirmou.

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O primeiro presidente de seccional oriundo da CAJ, Rafael Lara Martins (OAB-GO), reforçou o compromisso da Ordem com os advogados que estão iniciando sua carreira profissional. “Sou o primeiro membro de Comissão de Advocacia Jovem da história que chega à presidência de uma seccional da OAB. Isso é muito representativo. Isso é muito simbólico. É uma demonstração de compromisso da OAB com a jovem advocacia”, disse Lara.

O 3º Congresso Goiano da Advocacia Jovem tem como objetivo debater temas como preparação intelectual para a advocacia, tecnologias na gestão de escritórios, marketing jurídico, empreendedorismo, competências e habilidades no mercado atual em nichos especializados e a carreira na advocacia de modo geral.

Fonte: OAB Nacional

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CNJ identifica ‘esquema organizado de venda de decisões’ envolvendo desembargador e Zampieri

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A decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão responsável por administrar e fiscalizar o Poder Judiciário, recebeu o desembargador Sebastião de Moraes Filho, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, levantando suspeitas de venda de decisões judiciais e pagamentos realizados via PIX e até em barras de ouro. Sebastião de Moraes Filho foi afastado de suas funções em agosto enquanto o CNJ investiga a possibilidade de ele ter recebido propinas em troca de decisões.

O caso também é alvo de um inquérito criminal e foi considerado de tal gravidade que o ministro Luís Felipe Salomão, então corregedor do CNJ, levou a questão ao ministro Luís Roberto Barroso, presidente do conselho, para uma solução em conjunto. “Evidenciam-se elementos suficientes para recomendar o afastamento do magistrado, na medida em que não é possível que o desembargador permaneça em atuação em unidade tão sensível, como é um gabinete de segundo grau de câmara de direito privado”, diz um trecho da decisão , referendada pelo plenário do CNJ.

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Conversas obtidas no celular do advogado Roberto Zampieri, que foi assassinado em dezembro de 2023, na porta de seu escritório em Cuiabá, colocaram o desembargador na mira do CNJ. Ao todo, eles trocaram 768 mensagens entre 14 de junho de 2023 e 5 de dezembro de 2023, revelando uma relação próxima, com trocas sobre futebol e viagens, além de livre acesso ao gabinete do desembargador.

As mensagens também indicam a influência do advogado no trabalho do magistrado e o pagamento de propinas para decisões desenvolvidas aos clientes de Zampieri. Em uma das conversas, o advogado afirma que “o Pix está errado, estornou o valor”. “Tente mandar o Pix correto que faço agora”, acrescenta.

Cinco dias depois, informa que “o pagamento da sobrinha foi feito”, anexa um comprovante de transferência de R$ 10 mil e solicita o adiamento de um julgamento. Em outubro, Zampieri menciona ter alcançado “um contrato muito bom para o Mauro” e continua: “O senhor vai ficar feliz com o contrato que consegui para ele”. Mauro, segunda suspeita do CNJ, é o advogado Mauro Thadeu Prado de Moraes, filho do desembargador. Em outra mensagem, o advogado envia ao magistrado uma imagem de duas barras de ouro, de 400 gramas, que foram usadas como pagamento de propinas.

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