MATO GROSSO
Academia de Polícia Militar Costa Verde recepciona 34 novos alunos para cursos de formação
MATO GROSSO
O coordenador da Academia Costa Verde, tenente-coronel Anderson Luiz do Prado, destaca que o Curso de Formação de Oficiais terá duração de dois anos, enquanto o Curso de Adaptação de Oficiais de Saúde será de sete meses e que essa é uma fase muito importante na vida dos alunos e uma oportunidade única nas carreiras militares.
“Realizamos a entrada dos novos cadetes pelos portões da Academia de Polícia Militar Costa Verde que representa a afirmação de continuidade das tradições militares. A unidade busca ser referência no que tange ao ensino da praça policial militar, por isso vem se aperfeiçoando para elevar o nível de qualidade”, ressaltou.
O tenente-coronel Prado reforça que o curso tem ainda por objetivo o aprimoramento doutrinário, filosófico, humanístico e decisório dos oficiais alunos ao nível estratégico de doutoramento em Segurança Pública.
“Essa solenidade tem um significado muito especial. Ao ingressar pelos portões da academia, os novos cadetes estão reafirmando um desejo inabalável de abraçar com ardor uma profissão caracterizada pela honra de servir e proteger, além do orgulho de cultuar os valores, as raízes históricas e as tradições da Polícia Militar.
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, frisou o comprometimento da instituição em preparar e capacitar os policiais militares do Estado acerca de inúmeros desafios da profissão. Além disso, Mendes destacou os inúmeros investimentos por parte do Governo do Estado com a entrega de viaturas, equipamentos e armamentos dos militares.![]()
“Os alunos terão tempo necessário para saírem oficiais muito bem preparados para garantirem um trabalho de qualidade na Segurança Pública. Esses militares serão muito cobrados para terem excelência, comprometimento e ética no exercício da profissão. A Polícia Militar de Mato Grosso é uma das mais qualificadas e equipadas, sendo uma instituição refência no país”.
Durante a cerimônia, o senador por Mato Grosso, Jayme Campos, relembrou um pouco da história enquanto chefe do Poder Executivo Estadual para aquisição do terreno e construção do prédio da Academia Costa Verde. “É gratificante ver o resultado do nosso trabalho depois de muitos anos e uma honra ter o Governo do Estado como nosso aliado, que sempre se preocupou e investiu na Segurança Pública”, discursou.
O deputado federal e ex-comandante-geral da Polícia Militar, coronel Assis, que também participou da solenidade alusiva à entrada dos alunos na Academia Costa Verde, enalteceu atual gestão estadual e do Comando Geral para início de novas turmas. “Fui aluno dessa academia e me enche de orgulho ver uma turma iniciando. Me fez lembrar que o caminho não foi fácil, mas com garra e determinação superei todos os desafios. Esse dia marca o compromisso e respeito dos nossos gestores”, finalizou.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
-
POLÍTICA MT5 dias atrásVereador Alex Rodrigues busca em São Paulo soluções para despoluição do Rio Coxipó
-
MATO GROSSO4 dias atrás“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
-
MATO GROSSO4 dias atrásCredores denunciam irregularidades no processo de recuperação judicial do Grupo Cella