MATO GROSSO
Alunos de Chapada dos Guimarães concluem curso de capacitação do Governo de MT
MATO GROSSO
“O curso abriu a minha visão para um futuro melhor”, afirmou a auxiliar de serviços gerais Valéria Aparecida Ramos, uma das formandas do curso.
O programa idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, é gerenciado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e executado pelo Sistema Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT).
Ao todo, mais de 1.700 alunos já se formaram em cinco meses de execução do programa.
“É maravilhoso saber que os frutos dos cursos do SER Família Capacita estão sendo colhidos, o sonho de ver as pessoas com novas perspectivas e oportunidades está se realizando. Parabenizo os formandos de Chapada. O curso de Assistente Administrativo oferece leques de oportunidades, foi uma boa escolha. Gratidão a todos que participaram e contribuíram para essa conquista”, agradeceu a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes.
A secretária da Setasc, Grasi Bugalho, reforçou que o Programa SER Família Capacita está interligado ao Programa SER Família, o maior programa social da história do Mato Grosso, e que busca vincular todo o apoio necessário da assistência social às famílias que mais precisam, mas também realizando um trabalho de inclusão socioprodutiva.
“Essa inclusão dá a oportunidade para as pessoas se capacitarem e serem inseridas no mercado de trabalho, melhorar a sua renda pessoal e a da sua família. Este programa do Governo, idealizado pela primeira-dama, Virginia Mendes, e que tem o convênio com o Senai, já atendeu efetivamente mais de 70% dos municípios do estado e ainda temos turmas para serem finalizadas até dezembro. São 50 mil vagas totalmente gratuitas de cursos que foram pensados e trabalhados, de acordo com o mapa do trabalho de cada município”, afirmou a secretária Grasi Bugalho.
Ela ainda declarou que formar mais uma turma pelo programa é um momento de felicidade, pois todo fechamento de ciclo é digno de comemoração.
“Nós estamos aqui para comemorar a vitória dos alunos. Além disso, também é uma conquista para nós, porque quando pensamos numa política pública, pensamos em entregá-la para que faça diferença na vida das pessoas. É uma oportunidade para eles se desenvolverem e obterem conhecimento”, disse.![]()
A auxiliar de serviços gerais Valéria, que concluiu a capacitação com mais 13 alunos do município, contou que o curso foi uma oportunidade de qualificação sem custos e que a partir do momento em que o iniciou, mudou o pensamento quanto ao futuro.
“Depois que comecei a frequentar o curso, a minha cabeça tem outros pensamentos. Como eu trabalho por contrato temporário, vi que a qualificação poderia me ajudar a mudar de vida. Me inscrevi no curso de Técnico em Secretariado e também fiz inscrições para processos seletivos. Falo que esse programa foi uma benção nas nossas vidas. Agradeço ao governador Mauro Mendes e à primeira-dama, dona Virginia, por ter proporcionado esse presente para todos nós”, declarou.
Segundo a primeira-dama de Chapada dos Guimarães, Hélia Mello, o Governo de Mato Grosso tem sido um grande parceiro do município e que os programas desenvolvidos pela primeira-dama Virginia Mendes são grandes exemplos para o Brasil.
“A gente tem é muito orgulho de ver a nossa primeira-dama desenvolvendo esses projetos, que vão de encontro à necessidade da nossa população, trazendo qualificação como o SER Família Capacita, que tem possibilitado a esses jovens uma qualificação gratuita e de qualidade. Todos eles estão saindo aptos deste curso e prontos para o mercado de trabalho. Então a gente fica muito feliz com isso e queremos que essa parceria com o Estado continue, porque vem sendo muito produtiva para o nosso município”, disse.
Para a jovem Eloísa Lucena Martins, de 23 anos, que já tem um emprego e queria se aperfeiçoar, o curso foi muito importante para a sua formação. Ela contou que mesmo trabalhando durante o dia e fazendo o curso no período noturno, não desistiu.![]()
“Eu sentia o cansaço no final do dia, mas aprendizado que adquiri no curso foi excelente e recomendo a todas as pessoas, que se tiverem oportunidade de fazer a inscrição, faça. Eu aprendi muito com o curso e já estou colocando em prática no meu trabalho. Cada momento aqui foi muito bom, não só para mim, mas para todos os meus colegas. Só temos a agradecer ao Governo do Estado em trazer esse curso pra gente, e claro, um agradecimento especial ao nosso professor que sempre nos incentivou”, ressaltou.
Cursos do SER Família Capacita
Para saber mais sobre o Programa SER Família Capacita e seus cursos, basta acessar o site da Setasc por meio do endereço eletrônico www.setasc.mt.gov.br/serfamiliacapacita.
No local é disponibilizado o link para a pré-inscrição nos cursos oferecidos em todos os 141 municípios de Mato Grosso e também o link do Senai, com informações sobre os cursos oferecidos.
As informações também podem ser acessadas por meio dos telefones 0800 777 9737 e (65) 9 9806-3806 (Whatsapp).
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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