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Aniversário de Sorriso terá shows de Hugo e Guilherme, DJ Alok e Wesley Safadão

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Aniversário de Sorriso terá shows de Hugo e Guilherme, DJ Alok e Wesley Safadão

A programação dos 37 anos de Sorriso está definida com shows nacionais gratuitos para a população. A dupla Hugo e Guilherme canta dia 10 de maio. No dia 11, o show é com  DJ Alok, dia 12 Mari Fernandes e, no dia 13, quando Sorriso comemora 37 anos de emancipação político-administrativa, tem show duplo com Wesley Safadão e depois Murilo Huf.

Eles vão cantar no CTG onde é realizada a Exporriso que também terá rodeio. A prefeitura investirá R$ 1,5 milhão para os shows e estrutura.  “Neste ano, estamos comemorando o aniversário da cidade de 10 a 13 de maio, com bilheteria livre e com uma forte grade de shows e rodeio para que toda população de Sorriso, vocacionada ao trabalho, possa aproveitar e festa e curtir a shows nacionais, juntamente com seus familiares, totalmente gratuitos. Portões abertos é um presente para que todos possam aproveitar todo o evento”, disse o prefeito Ari Lafin.

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O secretário de Governo, Hilton Polesello, acrescentou que fazer uma festa de portões abertos é disponibilizar entretenimento e lazer a toda a população. “A festa conta com o aval da Câmara Municipal que sempre esteve presente nas negociações e escolhas da grade de shows. Juntos pensamos no social, por que depois de saúde, educação e cultura precisamos ofertar entretenimento à sociedade”.

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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