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Aos 72 anos, ex-deputado de MT morre vítima da Covid-19 em SP

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O ex-deputado federal José Augusto Curvo, o “Tampinha”, morreu nesta quinta-feira (20) no Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo. Ele, que tinha 72 anos, é mais uma vítima da Covid-19.

“Tampinha” foi levado à capital paulista no início da semana, após ser diagnosticado com o novo coronavírus. Familiares disseram que optaram pela transferência porque ele estava recuperando de uma cirurgia de hérnia.

Todavia, ao longo da semana, o estado dele se agravou e a morte foi confirmada no início desta tarde.

Médico por formação, “Tampinha” havia tomado todas as doses da vacina contra a Covid-19.

HISTÓRICO

José Augusto da Silva Curvo, o Tampinha, começou a carreira política como vereador em Cuiabá em 1988. Também foi secretário de Saúde antes de ser eleito deputado federal.

Atuou na Câmara dos Deputados na legislatura 1991/1995. Em 2014, após ficar alguns anos sem disputar eleições, ficou como suplente e assumiu o mandato por alguns meses.

Em 2018, chegou a concorrer a deputado estadual e acabou não se elegendo. Neste ano, planejava disputar a eleição.

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FONTE/REPOST: Leticia Kathucia – FOLHAMAX

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Vereador Alex Rodrigues apresenta projeto de lei para proteger mulheres de violência sexual em hospitais de Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues apresentou na Câmara Municipal de Cuiabá um Projeto de Lei que estabelece medidas preventivas contra a violência sexual praticada contra mulheres em ambientes hospitalares. A proposta visa garantir que toda paciente tenha o direito de ser acompanhada por uma pessoa de sua confiança em consultas, exames, tratamentos e procedimentos cirúrgicos que envolvam sedação ou exposição do corpo.

Segundo Alex Rodrigues, a iniciativa nasce da necessidade de criar mecanismos de proteção para mulheres que, em situações de vulnerabilidade, especialmente sob efeito de sedativos, ficam mais expostas a riscos de abuso. O texto do projeto determina que hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios e postos de saúde, tanto públicos quanto privados, não poderão impedir a presença de um acompanhante escolhido pela paciente.

O direito também vale para cirurgias eletivas, estéticas e exames que exijam sedação. Mesmo quando a equipe de atendimento for composta exclusivamente por profissionais mulheres, a paciente continuará tendo direito ao acompanhante.

Regras especiais para centros cirúrgicos e UTIs

O projeto de Alex Rodrigues também prevê exceções em áreas críticas, como centros cirúrgicos e unidades de terapia intensiva. Nesses casos, e apenas quando houver justificativa técnica relacionada à segurança, o acompanhante deverá ser obrigatoriamente um profissional de saúde. A suspensão temporária da presença do acompanhante só poderá ocorrer se houver interferência negativa no trabalho da equipe médica.

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A proposta estabelece ainda que a paciente deve ser informada previamente sobre o direito ao acompanhamento. Se isso não ocorrer, ela poderá remarcar o procedimento sem prejuízo. Em casos que envolvam sedação ou exposição do corpo, será obrigatório um termo declarando que a paciente tomou ciência dessa garantia.

O vereador também incluiu na proposta a autorização para que o Poder Executivo crie comissões de acompanhamento e fiscalização, responsáveis por monitorar o cumprimento da lei e levantar estatísticas sobre sua efetividade.

Na justificativa do projeto, Alex Rodrigues ressalta que a violência sexual no ambiente hospitalar, embora pouco discutida, é uma realidade preocupante. Situações de anestesia, sedação ou incapacidade momentânea de defesa colocam mulheres em posição de extrema vulnerabilidade, o que exige ações concretas do poder público para garantir segurança, dignidade e proteção.

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