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Arenápolis e Nortelândia recebem R$ 70 milhões em investimentos em obras e ações do Governo de MT

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Os dois municípios que completam 68 anos neste sábado (05.02), Arenápolis e Nortelândia, estão recebendo, entre 2019 e 2023, cerca de R$ 70 milhões em investimentos do Governo de Mato Grosso para obras e ações. As áreas de infraestrutura, educação, agricultura familiar e assistência social contam com maior volume de recursos.

Para Arenápolis, a 258 km ao médio norte de Cuiabá, a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) destinará um total R$ 64 milhões, dos quais R$ 40 milhões serão para uma obra muito esperada pela população, que é o asfaltamento e duplicação da MT-240, em um trecho de 10 quilômetros, que liga o município a Nortelândia.

Outros dois trechos da mesma rodovia contarão com montante superior a R$ 17 milhões para conservação, restauração e melhoramento, de aproximadamente 34 quilômetros em obras compreendendo trechos da BR-364/Santo Afonso e acessos a Alto Paraguai e Nova Marilândia. A área da infraestrutura inclui a construção de uma ponte de concreto de 19,5 metros na área urbana, por R$ 851 mil.

Arenápolis receberá um total de R$ 64 milhões, 70% para melhorias na área de infraestrutura, a maioria das obras se destinada à MT-240

Em parceria com a prefeitura, por meio de convênios, estão previstas a construção de uma quadra de basquete, de 265,2 m², orçada em R$ 150 mil, em fase de pré-contratação; além de R$ 3,3 milhões para obras que compreendem asfalto novo, conservação, drenagem de águas pluviais e sinalização de diversas ruas e avenidas no perímetro urbano do município.

Para a área social foram destinados R$ 476 mil em programas coordenados pela primeira-dama Virginia Mendes, entre eles, destacam-se a distribuição de 800 cobertores e 1,6 mil cestas básicas para famílias carentes, a aquisição de um veículo para o CRAS (Centro de Referência da Assistência Social) e o atendimento de 190 famílias durante a pandemia pelo auxílio emergencial.

Na educação, o município recebeu R$ 552 mil em ações e obras, das quais, pode-se destacar: a reforma geral da Escola Municipal Cimplaf de Arenápolis, por R$ 105 mil; novo posto de transformação, material de pintura e ar condicionado para a Escola Estadual 25 de Outubro, totalizando R$ 87,4 mil; computadores para todos os professores da rede estadual, com R$ 297,5 mil; mobiliários, conjuntos para alunos e professores e ainda novos refeitórios para a rede estadual.

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Investimentos em ações sociais totalizam R$ 1 milhão em Nortelândia e Arenápolis, entre elas, a doação de 3,6 mil cestas básicas a famílias em vulnerabilidade social 

As ações do MT Participações e Projetos (MT PAR) ultrapassaram R$ 1 milhão em investimentos, com a entrega de 243 títulos de regularização fundiária (em andamento), junto com o Intermat, e a substituição da iluminação pública por lâmpadas LED. O Desenvolve MT disponibilizou cerca de R$ 20 mil em capital de giro às empresas; a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) destinou um veículo de R$ 71 mil; o Detran aplicou R$ 48,7 mil na reforma da 14ª Ciretran; e R$ 50 mil foram para manutenção da Agência Fazendária do município.

O outro município aniversariante, Nortelândia, a 253 km a médio-norte de Cuiabá, conta com aproximadamente R$ 6,3 milhões em recursos do Governo de Mato Grosso, entre 2019 e 2023, principalmente para as áreas de infraestrutura, que somaram R$ 2,5 milhões; a educação, com mais R$ 1,2 milhão; o MT PAR destinou R$ 443 mil para a substituição da iluminação pública por LED; e a área de cultura, R$ 525 mil em convênio com a prefeitura para ações voltadas ao aniversário da cidade.

40% dos investimentos em Nortelândia são para asfaltamento e outras obras em área urbana

Entre as obras da Sinfra estão a construção do Centro de Atendimento ao Idoso e manutenção de ruas e avenidas do município. No social, o município teve R$ 537,8 mil em ações, entre elas, a entrega de 800 cobertores, 2 mil cestas básicas e 270 famílias atendidas durante a pandemia pelo auxílio emergencial.

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Já a Seduc, vai fazer a construção da quadra poliesportiva na Escola Estadual Emanuel Pinheiro Silva Primo, obra orçada em R$ 756 mil. A unidade já recebeu pintura e adequação do muro, perfazendo investimento de R$ 98 mil. Na Escola Estadual Olegário Moreira, pintura e outros reparos contaram com R$ 150,4 mil do Governo; e a Escola Idalina Farias também teve reparos e adequações, com R$ 41,9 mil em investimentos. Foram R$ 207 mil para ajuda de custo e aquisição de computadores para professores da rede estadual.

A área de agricultura familiar recebeu em torno de R$ 300 mil, compreendendo cessão de quatro tanques resfriadores, uma patrulha mecanizada e um veículo pick-up. A 17ª Ciretran recebeu R$ 49,4 mil em obras de manutenção, para oferecer um melhor atendimento ao cidadão.

História

A história dos dois municípios tem origem na atividade garimpeira e remonta ao século 18, ao município de Diamantino, de onde estão próximos. A formação urbana, no entanto, começa na década de 1930. Arenápolis, cujo nome é ligado ao ribeirão Areias, foi elevado a município em dezembro de 1953 e instalado em 05 de fevereiro de 1954. Desmembrado de Barra do Bugres, já teve como seus distritos, Nova Marilândia e Santo Afonso.

Nortelândia é uma homenagem aos migrantes nortistas e nordestinos. Foi criada duas vezes: em 11 de dezembro de 1953, como Santana dos Garimpeiros, e em 16 de dezembro, como Nortelândia. Instalado em 05 de fevereiro do ano seguinte, foi desmembrado de Diamantino. 

Arenápolis teve início em ações desencadeadas por garimpeiros à margem do Rio Santana, abaixo da confluência com o Ribeirão Areias, assim surgiu o nome do município

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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