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Associação de Autistas recebe doações da campanha ‘Boa Ação é Doação’

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Neste final da semana, a Sala da Mulher da Câmara Municipal de Cuiabá deu andamento às doações do projeto – Boa Ação é Doação’, à AMA – Associação de Pais e Amigos do Autista de Mato Grosso, foi uma das instituições contempladas com as cestas arrecadas.

O movimento aconteceu durante 43 dias no Legislativo cuiabano e foram arrecadas mil cestas básicas que já estão sendo direcionadas para as chefes de família em vulnerabilidade, que moram em Cuiabá.

Kelly Cristina dos Nascimento Viegas, presidente da associação, foi quem recepcionou a equipe da Câmara e explicou que a AMA funciona há 20 anos. A instituição, sem fins lucrativos, orienta às famílias de autistas buscarem direitos de inclusão na área da saúde, educação, assistência social e outros.

“Eu defino essa ação da Sala da Mulher como amor ao próximo, agradeço a Câmara e todos que tiveram essa iniciativa em sensibilizar com as famílias que fazem parte da AMA, principalmente neste momento que precisam muito deste apoio”, disse a presidente da associação.

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Estiveram presentes Tamires Rondon, coordenadora da Sala da Mulher, Amabila Camargo (Voluntária) primeira-dama do legislativo e voluntária, Regianne Renovato, voluntária da Sala da Mulher, Kelly Viegas , presidente da Ama e Eide Dornelas, Conselheira Fiscal da AMA.

– Da assessoria 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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