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Atuação do TCE-MT voltada para primeira infância foi apresentada em reunião do Conselho Estadual de Educação

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A atuação do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), especificamente por meio da Comissão Permanente de Educação e Cultura (COPEC), na defesa de pautas e iniciativas voltadas à efetividade de políticas públicas de interesse da Primeira Infância, foi apresentada na manhã desta terça-feira (1°) em reunião ordinária do Conselho Estadual de Educação. A exposição, atendendo pedido da direção do CEE/MT, foi feita pela secretária executiva da COPEC, Cassyra Vuolo, que representou o conselheiro Antonio Joaquim.

A secretária informou que o TCE-MT e o Ministério Público de Contas (MPC) são duas das 19 instituições do poder público e da sociedade de Mato Grosso que integram o Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política de Educação (Gaepe-MT), uma instância de diálogo e cooperação. Reafirmou o propósito do Gaepe-MT com a governança horizontal, multissetorial e multinível e destacou a realização de reuniões mensais, com orientação prioritária para assuntos relacionados à primeira infância. O TCE-MT recepciona e organiza as reuniões ordinárias e extraordinárias do Gabinete, em apoio ao Instituto Articule, proponente da iniciativa em nível nacional.

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A exposição foi solicitada pelo presidente do CEE/MT, Gelson Menegatti, que representa o conselho no Gaepe-MT, mas que pediu uma explanação sobre a importância e o funcionamento dessa instância aos demais membros durante a reunião ordinária. E também sobre a criação e funcionamento da Comissão Permanente de Educação e Cultura do TCE-MT. O conselho Estadual de Educação de Mato Grosso tem representantes de segmentos do poder público e sociedade civil relacionadas com o tema educação. Conta com duas Câmaras, a de Educação Básica e de Educação Profissional e de Educação Superior.

Cassyra Vuolo deu enfoque para os resultados da atuação no TCE-MT como integrante do Gaepe-MT citando as iniciativas que apurou cenário estadual de carência de 15 mil vagas para creches nos municípios, resultou na nota técnica recomendatória para organização e transparência em filas de espera por vagas e, a mais recente, a elaboração de proposição que será feita à Assembleia Legislativa visando assegurar, nas leis orçamentárias, recursos para um programa estadual de apoio aos municípios na construção e manutenção de creches. A secretária executiva ainda falou sobre o módulo Educação do Radar de Controle Público e as ações de apoio à Unicef no programa Busca Ativa Escolar.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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