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Black Princess celebra o Rio Open 2026 com lata exclusiva inspirada no torneio

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A Black Princess, marca de cerveja premium do Grupo Petrópolis – maior cervejaria com capital 100% nacional – é a cerveja oficial do Rio Open pelo quarto ano consecutivo. Considerado o maior torneio de tênis do Brasil e da América do Sul, o evento acontece de 14 a 22 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro.

Para a edição de 2026, a marca está lançando uma lata exclusiva e comemorativa da Black Princess Gold (Puro Malte), criada especialmente para o torneio. O produto já está disponível nos principais mercados e pontos de venda dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Além disso, os ex-atletas e comentaristas de tênis Felipe Meligeni e Teliana Pereira fazem uma cobertura ao vivo nas redes sociais da marca para deixar os fãs do esporte atualizados sobre o torneio.

Com o slogan “ouse mudar o jogo”, a marca reforça sua identidade clássica e, ao mesmo tempo, autêntica – valores que dialogam diretamente com a sofisticação do Rio Open. Por conta disso, as ações publicitárias extrapolam as tradicionais quadras de saibro e conquistam toda a cidade do Rio de Janeiro, com promoções em lojas de conveniência, ambientação da marca em redes de supermercado e degustação de produto que apresentam outras cervejas do portfólio da Black Princess.

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“É uma honra para a Black Princess participar pela 4° vez consecutiva do campeonato de tênis mais importante da América do Sul. O torneio traduz a união entre tradição e atitude, valores que refletem a essência da nossa marca. Queremos que o público vivencie essa experiência ao lado de uma marca sofisticada, que oferece qualidade à altura de um evento tão exclusivo”, afirma Bruna Alonso, gerente de marcas do Grupo Petrópolis.

Além das latas comemorativas, a marca terá a versão chopp da Black Princess Gold em todos os espaços do evento e o chopp Black Princess Let´s Hop (IPA) no Corcovado Club. Os espectadores que optarem por não consumir cerveja poderão aproveitar as bebidas esportivas e energéticas da marca TNT, também do Grupo Petrópolis, que estarão disponíveis em geladeiras na Praça Rio Open, Leblon Boulevard e Corcovado Club, oferecendo mais opções para acompanhar os jogos.

Com um perfil equilibrado, aroma marcante e sabor encorpado, a Black Princess Gold oferece uma experiência de degustação que combina com a sofisticação do Rio Open 2026, reforçando o posicionamento da marca em um dos palcos mais prestigiados do esporte.

SOBRE A BLACK PRINCESS -Produzida em uma fábrica localizada na cidade de Teresópolis, a Black Princess surgiu em 1882 e desde então vem conquistando os mais exigentes apreciadores de cerveja. Hoje conta com oito rótulos: Black Princess Gold, Black Princess Dark, Black Princess Doctor Weiss, Black Princess Let’s Hop, Black Princess Miss Blonde, Black Princess Back to the Red, Black Princess Tião Bock e Black Princess APA-82. Saiba mais sobre a cerveja em www.cervejablackprincess.com.br e @cervejablackprincess

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SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS - O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks by Itaipava, Crystal Ice, Cabaré Ice e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 140 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.

Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br

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Grupo Nova Fronteira aprova plano de recuperação judicial com passivo superior a R$ 600 milhões

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Plano foi aprovado em todas as classes de credores e prevê financiamento DIP de R$ 13 milhões; credores também autorizaram novo período de proteção de 180 dias para apoiar a implementação da reestruturação

O Grupo Nova Fronteira teve seu Plano de Recuperação Judicial aprovado pelos credores em Assembleia Geral realizada nesta quarta-feira (26). A decisão representa um dos principais marcos do processo de reestruturação financeira do grupo, que reúne 112 credores e passivo superior a R$ 600 milhões.

A recuperação judicial, conduzida pela ERS Advocacia, envolveu negociações com credores de diferentes perfis, entre eles instituições financeiras públicas e privadas, cooperativas de crédito, fornecedores de insumos e equipamentos agrícolas e agentes financeiros.

O plano recebeu aprovação em todas as classes de credores. Nas classes Trabalhista e de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (ME/EPP), a adesão foi de 100%. Entre os credores com garantia real, o índice de aprovação alcançou 84,18%, enquanto na classe dos quirografários chegou a 66,62%.

Entre as medidas previstas está a contratação de um novo financiamento DIP (debtor-in-possession) de R$ 13 milhões, destinado ao reforço do capital de giro. A operação já foi aprovada pelo Banco BTG, instituição com a qual o Grupo manterá relacionamento comercial.

Embora houvesse autorização judicial para requerer nova suspensão da assembleia por até 60 dias, o avanço das negociações ao longo do próprio dia permitiu que credores e devedores prosseguissem para a votação, culminando na aprovação do plano.

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Para Victor D’Elia, advogado responsável pela condução do processo, o resultado reflete a complexidade das negociações e a busca por uma solução capaz de conciliar a preservação da atividade econômica com os interesses dos credores.

“Esta foi uma das recuperações judiciais mais complexas em curso no Estado, não apenas pela dimensão do passivo, superior a R$ 600 milhões, mas principalmente pela natureza dos créditos, pelas garantias envolvidas e pela diversidade de credores. A aprovação em todas as classes demonstra que foi possível construir uma solução equilibrada, capaz de preservar a atividade do grupo e, ao mesmo tempo, considerar os interesses dos credores”, afirma D’Elia.

Credores aprovam novo período de proteção

Além do plano de recuperação, os credores aprovaram, por 73,01% dos créditos presentes e votantes, a concessão de um novo período de proteção de 180 dias.

A medida busca assegurar estabilidade durante a fase inicial de implementação do plano, preservando bens essenciais à atividade produtiva e evitando medidas expropriatórias que possam comprometer a operação e, consequentemente, a capacidade de cumprimento das obrigações assumidas na recuperação.

O resultado da assembleia também evidencia o papel cada vez mais relevante da negociação entre devedores e credores nos processos de recuperação judicial. Em reestruturações de maior complexidade, a construção de soluções consensuais tem se consolidado como instrumento central para compatibilizar a continuidade da atividade empresarial com a recuperação dos créditos.

Nova etapa para o Grupo Nova Fronteira

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Com mais de quatro décadas de atuação no agronegócio, o Grupo teve o processamento de sua recuperação judicial deferido em dezembro de 2024 pelo juiz Márcio Guedes, da Vara Especializada de Cuiabá -MT. Na ocasião, o passivo declarado era de R$ 594,3 milhões.

Superada a etapa de deliberação dos credores, o processo entra agora em uma nova fase, voltada à implementação das condições negociadas, ao cumprimento das obrigações previstas no plano e à continuidade das atividades produtivas.

Para João Paulo Marquezam, CEO do Grupo Nova Fronteira, a aprovação representa também uma sinalização ao mercado sobre a continuidade das operações.

“A aprovação passa uma mensagem importante para o mercado: o Grupo Nova Fronteira continua firme na atividade e superou o estado de crise. Depois de um processo longo e de negociações complexas, começa agora uma nova fase, que exige disciplina para cumprir o que foi negociado, manter a produção e reconstruir a relação de confiança com credores, fornecedores e parceiros comerciais”, afirma.

Atualmente, o grupo possui 25 mil hectares de área própria, dos quais 6 mil hectares são destinados ao cultivo de soja, além de estrutura com capacidade para 40 mil animais, entre pastagens e confinamento.

A manutenção dessa estrutura produtiva será um dos principais pilares da nova etapa da reestruturação, ao sustentar a geração de caixa necessária para a continuidade das operações e o cumprimento das obrigações estabelecidas no plano de recuperação judicial.

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