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Produtores familiares usam caminhão entregue pelo Governo de MT para transportar alimentos até escolas

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Caminhão basculante fortaleceu trabalho de cooperativa de Sorriso, que conta com 62 agricultores

Um caminhão basculante entregue pela Secretaria Estadual de Agricultura Familiar (Seaf) à Cooperativa dos Produtores Hortifrutigranjeiros de Sorriso (Cooperriso) fortaleceu o trabalho desenvolvido pela entidade, que reúne 62 produtores familiares de sete municípios mato-grossenses, atualmente.

O veículo é usado, principalmente, para transportar a produção do campo até as escolas públicas da região, para o preparo das refeições preparadas para os estudantes. Conforme o estabelecido no Plano Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), pelo menos 30% dos ingredientes usados na alimentação escolar devem ser provenientes da agricultura familiar.

“Esse caminhão é muito importante para nós porque a demanda da cooperativa está crescendo todos os dias. A gente trabalha com todos os legumes, verduras, frutas, que a merenda escolar precisa, e também atendemos os mercados e assistência social”, afirmou Ivaldino Hahn, presidente da Cooperriso.

Além das escolas de Sorriso, a cooperativa atende escolas de Lucas do Rio Verde e Vera, totalizando mais de 40 unidades de ensino municipais.

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A cultura mais produzida pelos produtores é a da banana nanica, mas a produção é diversificada e inclui maracujá, abacaxi, melancia, mamão, mandioca, melão, além de abóbora, mandioca

O caminhão novo foi entregue no início deste ano pelo Governo do Estado e reforçou o trabalho que antes era feito com o apoio da Prefeitura de Sorriso.

“É muito gratificante para nós esse caminhão, que é grande e tem conforto para o motorista e para o ajudante”, pontuou o presidente da cooperativa.

O resultado demonstra que o investimento do Governo de Mato Grosso na agricultura familiar tem melhorado, na prática, a vida dos produtores, conforme o secretário estadual de Agricultura Familiar, Luluca Ribeiro.

“Nos últimos cinco anos, o Governo de Mato Grosso já entregou um total de 679 veículos e equipamentos aos agricultores familiares e cada uma dessas entregas traz um impacto positivo na vida desses produtores e também para o segmento como um todo”, enfatizou.

O Estado também entregou calcário para os produtores familiares do município.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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