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Bombeiros controlam incêndio em Poconé e seguem combatendo fogo em Cáceres neste sábado (22)

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Os bombeiros orientam que a população denuncie qualquer indício de incêndio pelos números 193 ou 190
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso conseguiu controlar, neste sábado (22.06), o incêndio florestal que atinge a área da Fazenda Cambarazinho, em Poconé (a 104 km de Cuiabá), e segue combatendo o incêndio que atinge o Pantanal em Cáceres (a 220 km da Capital).

De acordo com o Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), com a atuação intensiva de combate ao incêndio em Poconé, os militares conseguiram confinar o fogo nas áreas dos aceiros que foram preparados pela equipe com o auxílio de máquinas.

Agora, os bombeiros fazem o trabalho de rescaldo e monitoramento, para evitar que o fogo ultrapasse a barreira e atinja outras áreas.

Para o combate ao incêndio na Fazenda Cambarazinho, o Corpo de Bombeiros conta um helicóptero do Ciopaer para apoio logístico e um avião da Defesa Civil Estadual para o despejo de água. Até o momento já foram lançados 30 mil litros de água para combate às chamas.

Já em Porto Conceição, o Corpo de Bombeiros conta com o apoio de brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), e segue no combate direto ao fogo, nos pontos em que é possível o acesso, além do trabalho de construção de aceiros para impedir o avanço das chamas.

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O Batalhão de Emergências Ambientais faz o monitoramento de todos os incêndios florestais do Estado com satélites para orientar as equipes em campo.

A estiagem severa e baixa umidade do ar têm contribuído para a propagação das chamas e o Corpo de Bombeiros pede que a população colabore e respeite o período proibitivo.

Incêndios extintos

Até este sábado, o Corpo de Bombeiros extinguiu um incêndio florestal em Chapada dos Guimarães. O incêndio começou na tarde de terça-feira (18.06) na região do Lixão e foi considerado extinto na madrugada de quarta-feira (19).

Focos de calor

Em Mato Grosso, são 51 focos de calor registrados neste sábado, conforme última checagem às 18h, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Deste total, 25 focos se concentram na Amazônia, 18 no Cerrado e 8 no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Importante ressaltar que o foco de calor isolado não representa um incêndio florestal. Entretanto, um incêndio florestal conta com o acúmulo de focos de calor.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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