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Bombeiros do Futuro: Alunos aprendem a prevenir e combater incêndios florestais em Mato Grosso

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou atividades educativas sobre prevenção e combate a incêndios florestais para os alunos do Projeto Social Bombeiros do Futuro no sábado (22.06). A instrução aconteceu na Escola Militar Tiradentes, em Primavera do Leste (243 km de Cuiabá).

Durante a instrução teórica, os alunos aprenderam sobre diversos aspectos fundamentais, como a teoria dos incêndios florestais, os materiais e equipamentos usados no combate, os fatores que influenciam a propagação das chamas e as consequências desses eventos.

Na parte prática, os estudantes aplicaram as técnicas ensinadas, aprendendo a construir aceiros e a usar equipamentos como abafadores, bombas costais e sopradoras no combate aos incêndios.

O comandante da 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar (6ª CIBM), major Bruno Iop, destacou a importância dessa instrução para os alunos do Projeto Social.

“Essa atividade educativa promove a conscientização desses jovens sobre a crucial necessidade de preservação ambiental e prevenção de incêndios florestais. Eles puderam entender melhor os mecanismos por trás desses eventos, os fatores que influenciam sua propagação e as consequências devastadoras que podem acarretar. Isso os torna agentes multiplicadores dessa mensagem de conscientização ambiental”, disse o major.

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“Além disso, o projeto reforça valores essenciais para a formação de futuros cidadãos comprometidos com a sociedade, como disciplina, responsabilidade e trabalho em equipe. Esses são pilares fundamentais que irão acompanhá-los ao longo de suas vidas, seja qual for o caminho que escolherem seguir”, completou.

O especialista em Prevenção e Combate a Incêndios Florestais, subtenente Rogério Costa Batista, que ministrou a instrução, afirmou que é fundamental que esses jovens compreendam a gravidade e o impacto dos incêndios florestais.

“Esse projeto é uma excelente oportunidade para formar cidadãos conscientes e preparados para enfrentar desafios. Além de aprenderem técnicas de combate, eles também desenvolvem um senso de responsabilidade e compromisso com a preservação do meio ambiente”, afirmou o subtenente.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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