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Bombeiros encontram corpos de jovem que morreu em lago em Lucas e de homem que se afogou em rio

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O Corpo de Bombeiros acaba de confirmar que foi encontrado o corpo do jovem M.J.F, 16 anos, que desapareceu, neste domingo à tarde, no lago Romancini (cerca de 20 km da cidade). A confirmação foi feita, há pouco, pelo capitão Gustavo. O corpo deve ser encaminhado ao IML em Sorriso para necropsia. Está definindo quando será sepultado.

O jovem se afogou, neste domingo, após colisão entre duas motos aquáticas. As circunstâncias estão sendo esclarecida. A vítima estaria sem colete. Foram feitas buscas por algumas horas, ontem, e como anoiteceu, foram retomadas esta manhã.

Outra equipe encontrou, por volta das 15h, no rio Verde, o corpo de Maurício do Espírito Santos, de 51 anos, que desapareceu neste domingo no início da tarde, na localidade conhecida como pedreira. Os mergulhadores fizeram buscas ontem e reiniciaram o trabalho hoje cedo.

“O corpo estava em um rebojo próximo ao leito do rio. Além de pedras, é um rio que tem bastante corredeiras”, explicou um dos soldados que esteve nas buscas.

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Só Notícias/Lucas Torres/Altair Anderli (atualizada às 16:54h – foto: reprodução)

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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